domingo, janeiro 31, 2010

Quando penso em alguém só penso em você
E aí, então, estamos bem
Mesmo com tantos motivos pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar
Agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa...

...

Pessoas obtusas à parte... vamos falar das entusiásticas... aquelas que servem como tônico para os momentos em que somos colocados em xeque...
Uma dessas pessoas entrou na minha vida recentemente... e validou o que há de mais confiante na minha essência e... (com a troca, de mais ou menos, meia dúzia de gracinhas certeiras pronunciadas por dia!)... os outros tantos aspectos que outrora seriam considerados negativos, passaram a ser bem insignificantes...
E essa pessoa... enxerga em mim... muito mais do que eu já tenha projetado nas minhas fantasias mais delirantes... mas diante do que ela vê... e da forma como me sinto em ser “vista assim”... acabo demonstrando “ser mais”... para as pessoas obtusas... e tenho notado... que embora o físico seja o mesmo... o cabelo quase o mesmo... os sinais os mesmos... e por aí afora... o simples fato... de sentir essa força crescendo lá dentro... faz com que as pessoas “de fora”... precisem arriscar “uma segunda olhada”!!!

Prestes a me lançar... do pedestal... das intenções... e frustrações... alheias...

(Falando em “coisas frágeis”...)

As pessoas deveriam aprender sobre “o que”
projetar suas ações...
não “sobre quem”...

As minhas palavras introdutórias...

Se as palavras redigidas, que possuem algum poder de validação, são frágeis... o que dizer da palavra empenhada...?
Às vezes... descubro do pior jeito... que algumas palavras ditas por algumas pessoas... não valem de nada... e basta a pessoa admitir “que errou”... para achar que se isenta de toda a responsabilidade e das consequências de despejar termos impensados... sobre as decisões alheias!
O tempo tem efeitos diversos sobre as pessoas... e conforme o tempo passa, perdemos em alguns aspectos, mas também ampliamos o nosso repertório de palavras... ditas... escritas... lidas... ouvidas... e é esse repertório que usamos para entender as mais variadas situações...
Tendo lido a experiência de alguém... consultamos o nosso acervo mental para buscar soluções quando entramos no mesmo labirinto de vivências... E quando somos os primeiros (dentre os que conhecemos ou “visitamos”) a experimentar algo... é a nossa experiência que indicará a saída aos próximos que se virem “presos em labirintos semelhantes”!
O mesmo TEMPO... não aplaca(ou) o meu desprezo pelas pessoas obtusas... mas me ensinou(na) a considerar com menor “constância” os aspectos irremediáveis... e se, o irremediável... poderia ter a função de me derrubar... de forma muito contrária... me ensina a projetar uma outra rota de fuga do(s) labirinto(s)... Pois eu sou a única pessoa... que tem o poder de dizer quando é (a minha) hora de desistir...

Palavras Introdutórias de “Coisas Frágeis” (Neil Gaiman)


... Prefiro me lembrar de uma vida desperdiçada com coisas frágeis, a uma vida gasta evitando a dívida moral. (...) Essa era a idéia, mas aí veio a vida real e a estragou.
(...) Enquanto escrevo isto, me ocorre que a peculiaridade da maioria das coisas que consideramos frágeis é o modo como elas são, na verdade, fortes. (...) Corações podem ser partidos, mas o coração é o mais forte dos músculos, capaz de pulsar durante toda a vida, setenta vezes por minuto, e não falhar quase nunca. Até os sonhos, que são as coisas mais intangíveis e delicadas, podem se mostrar incrivelmente difíceis de matar.
Histórias... também são coisas frágeis, feitas de nada mais forte ou duradouro do que 26 letras e um punhado de sinais de pontuação. Ou então são palavras no ar, compostas de sonhos e idéias – abstratas, invisíveis, sumindo no momento em que são pronunciadas -, e o que poderia ser mais frágil do que isso?

Do extinto... 22/02/2004 12:46:59

O acaso vai me proteger, enquanto eu andar distraído!
Seus braços vão me reerguer se acaso eu ficar lá caído!
De tudo vou poder fazer, só basta encarar e estar decidido!
Pense melhor no que dizer, talvez pra mim não faça sentido!
Procure sempre se arriscar, nem tudo vai estar consentido!
Um amor vai e pode voltar, criando meios de ser correspondido!
A vida indica um rumo a tomar, procure ficar atento e sabido!
Devemos sempre nos expressar, tornando nossos motivos mais conhecidos!
Talvez eu deva me desculpar, nem sempre meus intentos são percebidos!
Se algo tem pra me dizer, demonstre logo e não "saía batido"!

domingo, janeiro 24, 2010

Sem analogias à letra... essa é uma das minhas preferidas... que eles interpretaram!



Esse é um vídeo "audível"... não espere mais que isso... Aqui "os culpados"! Máquina Mortífera surgiu no mesmo ano de "Welcome to...", mas é no segundo que o Riggs (perfeito!) ouve essa para "reparar os males"!

Trocando em miúdos...

Bem vinda à selva

Nós temos diversão e jogos
Nós temos tudo que você quer
Querida, nós sabemos os nomes
Nós somos as pessoas que podem encontrar
Tudo que você possa querer
Se você tiver o dinheiro, querida,
Nós temos sua doença
Na selva
Bem vinda à selva
Veja enquanto ela te coloca de joelhos
Eu quero te ver sangrar
Bem vinda à selva
Nós a enfretamos dia após dia
Se você a quiser você vai sangrar
Mas é o preço que você paga
E você é uma garota muito sexy
Que é muito difícil de satisfazer
Você pode experimentar as luzes brilhantes
Mas não vai tê-las de graça
Na selva
Bem vinda a selva
Sinta meu, meu chicote
Eu, eu quero te ver gritar
Bem vinda à selva
Fica pior a cada dia
Você aprende a viver como um animal
Na selva onde jogamos
Se você quer ter tudo que vê
Você consegue eventualmente
Você pode ter tudo o que quer
Mas é melhor você não conseguir de mim
E quando você está alto você nunca
Nunca quer descer
Descer tanto
Descer...
Você sabe onde está?
Você está na selva, baby
Você vai morrer
Na selva
Bem vinda à selva
Veja ela te colocar
Ela vai te colocar para baixo


Contribuição: André (chibe@dourados.br)

E já que os tempos eram outros (essa música foi lançada no melhor!)...

sábado, janeiro 23, 2010

Nasci fazendo "cara de merda"...


Só acredito no que vejo e/ou constato!!!


"O que qui foi" (o pensamento mais recorrente...)!?


O passeio era coletivo... e eu não estava (nunca) nem aí...


"Leia a minha expressão"!


Se eu fingir vocês me deixam em paz?


Meus interesses são "mais interessantes"...


"Interesse genuíno por convenções sociais"...


Antecipando "o começo do fim"...


Elaborando os primeiros pensamentos malignos (dos muito seguintes!)...


Só nos (raros) dias que valem a pena...


Eu me viro sozinha...


(Já) "abençoaram" a minha existência!!!


O que eu vim fazer aqui?!


...

Eu também não acho que “só as interações nos moldem”... tenho registro fotográfico (vou mostrar alguns!)... de que meu entusiasmo por vivências e interações, sempre foi “limítrofe”!!!!! Não rolou uma formação pelo meio... a criatura já veio “ciente de quem era”!!!

E hoje, não sei afirmar “se simplesmente meus pais respeitaram as minhas esquisitices”... ou... “se eles não conseguiram domá-las”!!!

Por que viemos... quem somos... como chegamos... para onde vamos...?

Em papo recente de considerações químicas que domem reações cerebrais e convertam as ações em procedimentos socialmente aceitáveis... surgiu a menção dos benefícios de consultar atendimento psicológico para dar conta dos “tantos porquês”...

Vai aqui a impressão de alguém que já considerou seriamente enveredar para formação na área psicológica após o término de segundo grau... acho bacana ler livros e artigos que “tratem sobre”... mas tem dois pontos que me fazem desconsiderar a interação com um terapeuta:
- Não faço certas perguntas...
- Duvido que eles tenham as respostas...
Não me interessa saber como cheguei aqui... só me interessa trilhar o caminho até a saída (sem abreviações!) o mais rápido e de forma mais indolor que puder...
Sou “teoricamente católica” pelas condutas da minha família... mas já tive mais provas de que o espiritismo tem fundamento do que de que Jesus existiu... logo... não vou viver pela premissa de passar a eternidade com uma galerinha hipócrita... e vou continuar mantendo um mínimo de interações sociais... porque quanto mais se interage... mais karmas se acumulam... e quanto mais karmas... maiores as chances de “voltar para a colônia de férias”!!!!
Se fosse costume nacional, reduzir tudo em uma frase na lápide, acho que eu deixaria ordem por escrito (do contrário minha família não cumpriria!) de manter um dos dizeres na minha:
Pra mim já basta!
Uhuuuuu! Vou nessa!
Hasta nunca mais!
Demorô!!!
(...)

sexta-feira, janeiro 22, 2010

Dos trechos que me interessam...

Quando seus lábios estão queimando os meus
E você aproveita o tempo para me dizer como se sente
Quando você escuta minhas palavras
E eu sei que escutou...
Eu sei que é de verdade!

(É estranho, eu sinto como se te conhecesse antes)

Eu digo a mim mesma que se eu acreditar em você
(E eu quero entender você)
No sonho com você
(Cada vez mais e mais)
Com todo meu coração e minha alma
(Quando estou com você)
Que por pura força de vontade
(Eu me sinto como uma criança mágica)
Eu te erguerei da terra
(Tudo é estranho)
E sem nenhum ruído você vai aparecer
(Tudo é selvagem)
E se renderá à mim, (me renderei) ao amor

Perfeita e eterna!!!


quinta-feira, janeiro 21, 2010

Meus primeiros de possíveis 500!?!


Se alguém acompanhar esse blog com mais critério, deve achar que eu sou “levemente louca”... dia desses proclamei aos quatro ventos... que de “amor me bastava”... foi dobrar a esquina e não é que tinha um ali, com toda disposição e potencial, me esperando? O que é que eu poderia fazer... aceitar... claro...
E ao aceitá-lo... fui deixando essas sensações típicas irem tomando conta... quando também me dei conta de algo... e foi que... pela primeira vez é um amor absolutamente livre...
Sempre projetamos quem devemos ser para determinadas pessoas... pensa bem... vc é o(a) mesmo(a) com todos?! Não né... e pelo que projetamos das pessoas queremos que elas “se cumpram”...
  • Amei um dito pela cultura... na qual imergi mais do que o habitual...
  • Quase amei outro dito pela perspectiva política... no intuito de me aprofundar no fazer social...
  • Amei o último dos ditos... por mera questão de espelho e me maravilhar com um jeito que eu quis pra mim...
E agora aceito esse novo amor... sem a menor pretensão... única e exclusivamente porque ambos – sensação e pessoa – me fazem bem!!!
Esse homem que me escolheu... e que eu acolhi abertamente... demonstra querer o melhor para mim... e quem não se sente bem com isso?
E eu também quero o melhor (e me tornar melhor) para ele... e por enquanto tudo o que queremos (além disso)... é nos querer... e, se querendo... que se tenha... e se tendo... que se beije... e se beijando... que se ame... e que o amor seja o ponto de partida e o de chegada!
E ainda que, por ventura, não nos seja permitido chegar ao ponto que temos idealizado... quero que ele entenda... que (já) fez... mais... “por e para mim”... do que tenho feito há um bom tempo!!!

Não vejo a hora de ver esse...


quarta-feira, janeiro 20, 2010

Ainda normais...

No mesmo episódio rola uns dos constantes conflitos entre sexos... e com "vinheta em ritmo de can can" (que é o nome de um ótimo jogo, variável ao Uno e Oito Maluco - ou Mau Mau - não por acaso o que eu mais "me pego"!)

O que ele (Rui) diz que nós queremos dos homens:

Azucrinar a nossa vida (FATO!)
Criança na barriga
Comprar quando liquida
"Não fazer" nossa comida ("" não faço idéia se ouvi direito!)

O que ela (Vani) afirma ser o que queremos:

Andar tomando vinho
Pesar como passarinho
Gozar devagarinho
Dormir abraçadinho

Normalidades...

No GNT sempre reprisa uns episódios dos Normais (amo!) tipo naqueles horários em que você não pensa em pescar nada muito interessante para ver...
Dia desses... sentada sobre a máquina de lavar, na função centrifugar, a Vani não consegue dar continuidade às pretensões do Rui... e resolvem se ocupar com uma partida de xadrez... ele já começa afirmando para ela “pegar leve”, visto que “é muito competitiva” e que é para ser "mera diversão"... ela, claro, rebate os argumentos dele... como assim competitiva? Eu não sou competitiva...
Quando ele vai começar ela demonstra insatisfação de “por que ele?”... que afirma estar com as brancas... ela não gosta... ele “vira o tabuleiro”... daí como é típico ela faz caras e bocas para mover a peça inicial... e leva um tempão... ele move um peão e diz até mais... onde vc vai? (pergunta Vani)... vou até lá fazer qualquer coisa enquanto você “pensa na jogada”... eu preciso pensar Rui.... xadrez é um jogo de estratégia... ele se cansa... e demonstra a estratégia derrubando todas as peças... e ela... tudo bem... mas eu ganhei!!!
Isso me fez lembrar das vezes em que jogo qualquer coisa com alguém... quando é coletivo, não! Mas quando é “em dupla” só falta pular no pescoço da pessoa... mesmo assim... também ressarço o comentário de que eu seja “competitiva”...rs
Um dos muitos toques de anormalidade já descritos:
Fato... se eu tivesse uma daquelas “esferas adivinhatórias” iria passar o dia “chacoalhando o braço (mais!)”...
Sempre que ligo o micro... com qualquer que seja a intenção... eu jogo uma partida de paciência... se eu não ganhar... fico com a sensação de “dia perdido”... normalmente eu ganho (mas só pq escolho os níveis mais fáceis!)... e hoje... vai ser um daqueles dias “cheios”... vou apostar nisso!!! rs

27/10/2004 22:37

Pequeno diálogo amoroso...
Vc me ama?
Sim.
Só sim?
...É...
Não senti firmeza!
O que quer que eu diga?
Que me ama!!!
Eu amo!
Pra sempre!?
(...)

Do extinto - 16/10/2004 19:11

Sorte!?

Uma das citações mais presentes no nosso cotidiano é "Sorte no jogo, azar no amor" e vice-versa...é parte da "questão prioritária de compensação", não tenho uma coisa, mas tenho outra...
Só que (infelizmente) independentemente de qualquer critério adotado pelo senso comum...tem gente que não tem sorte em nenhum...e gente que tem sorte demais de ambos...
Eu não sei se o termo apropriado seria "sorte", eu diria antes "talento intuitivo"...
O fato é que, mesmo não tomando partido sobre qual é o meu aspecto de melhor ou pior sorte... tenho os meus momentos...bons ou maus, (e ambos!) em ambos!

terça-feira, janeiro 19, 2010

Porque eu amo essa música (e valida "o conselho")!

Acompanhe a dica do L. A. Gasparetto na última página!


(Vale lembrar (segundo breve histórico) que o cara aí é autor de 26 livros (tudo é possível!) sobre desenvolvimento emocional (aquele que você vive “desenvolvendo” sem chegar a lugar algum!), entre eles Para Viver sem Sofrer (o que seria da vida sem tantas máximas filosóficas e promessas de realização!?)...


Respeite sua vontade e viva feliz!
“Quanto mais importância e poder você der a seus objetivos, seus sentimentos e sua verdade, mais fortes eles ficarão. Não há ninguém maior que você!”

(Em certos termos não há mesmo!!!)
Valeu “irmão”!

Sobre "Anas e Marias"... e as múltiplas mulheres que os editores de revistas focam...

Para variar fui torrar umas notinhas na banca de jornal hoje... eu podia ser diplomada só com que eu invisto em leituras focadas na minha área... e duplamente diplomada com o que invisto em “cultura inútil”...

Ainda que, eu tenha passado um bom tempo da minha infância argumentando que minhas “escolhas literárias” fundamentariam a qualidade do meu discurso quando o mercado de trabalho assim exigisse... que seja....
Na revista Ana Maria (só 1,99 rs) tinha um livrinho de receitas encartado... cuja receita da capa era sanduíche frito de mussarela e tomate (não é só porque eu estou de regime que as visitas precisam passar fome, né?!?)...
Já que fiz o mega investimento na revista, custa nada dar uma folheada... (nem que seja no trono, onde alguns de nós exercem as leituras “menos exigentes”).
Acabou se confirmando uma “leitura bizarra”... de como a vida pode nos ensinar a ter calma (penso que seja justamente o contrário!)... do plano de rejuvenescimento do Domingão, com um Fausto tendo que renovar a equipe por pessoas mais jovens... enquanto ele... está prestes a virar “Faustinho” mas não mais novo (palavras da Xênia!).... de como a sua geladeira pode ficar esperta... seu filho disciplinado... sua gravidez “malhada”... seu cabelo digno de novela... saber manter-se alerta aos sinais de cansaço... manter a cozinha cheirosa.... tornar as férias educativas... arrasar no cardápio... (finalmente!) entender o que eles querem na cama... aprender com o seu cão como resolver seus próprios problemas (a melhor!)... e uma série de dicas astrológicas... de beleza... resumo de novelas... propagandas e etc...

Não serviu para nada?
Claro que serviu (sou fiel aos argumentos do passado)!
Serviu para aprender a fazer o tal sanduíche frito (também comprei um livrinho útil sobre colesterol!)... serviu para resolver palavras cruzadas... serviu para rir de uma reclamação da leitora “deixapralá” porque a Xênia escreve crônicas só sobre as novelas “com tanta coisa acontecendo no mundo”...
Tipo assim, brincou né?  Quer informação "sobre o que está acontecendo no mundo" e compra a “Revistinha Ana Maria”... não dá... não dá mesmo!!!

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Por gostar "dele"... as minhas tantas coisas...


... Coisas Que Eu Amo Em Você!

Amo mesmo o modo como fala comigo
E quando menciona o meu cabelo (rs).
Amo recados imprevistos
E um toque diurno no atropelo.
Amo todos seus argumentos e debates
Amo que respeite minhas “artes”.
Venho amando tanto, tudo em você
Que preciso parar e tentar entender...
Amo que seja tão inteligente e esperto
E amo que toda hora te queira por perto!
Amo todos os risos e como os provoca
E agora, só pensar em choro me choca
Amo começar meus dias contigo
E quando boa noite finalmente lhe digo...
Mas eu amo principalmente
A forma inusitada como me fez te amar!
Levou muito pouco,
Aparentemente “um segundo”,
Para meu amor conquistar!

As 10 coisas do filme!



10 Coisas Que Eu Odeio Em Você

Odeio o modo como fala comigo
E como corta o cabelo.
Odeio como dirige meu carro
E odeio seu desmazelo.
Odeio suas enormes botas de combate
E como consegue ler minha mente.
Odeio tanto isso em você
Que até me sinto doente.
Odeio como está sempre certo
E odeio quando você mente.
Odeio quando me faz rir muito
E mais quando me faz chorar.
Odeio quando não está por perto
E o fato de não me ligar.
Mas eu odeio principalmente
Não conseguir te odiar.
Nem um pouco.
Nem mesmo por um segundo.
Nem mesmo só por te odiar.

Até pelo (cabelo e) estilo...


É fato... gosto dos "largados"... e quanto mais largado melhor... (Não esquenta... se você não é largado... eu posso fazer com que "se deixe largar"... no bom sentido!!!)
Apesar de "estilo básico" (não largado)... me definir... "basicamente" (há!)... creio que, se minhas interações, não fossem através do que conheci "na terra dos sertanejos" (céus)... eu teria um estilo um pouco mais definido!!!

Por gostar do Heath Ledger...

Nunca gosto das coisas prováveis... muito menos sirvo de parâmetro ao endossar (ou não!) certas críticas... os únicos "pendores" que sigo são:
1. Aturar;
2. Gostar um pouco;
3. Gostar muito;
4. Amar;
5. Detestar!
Vamos combinar que há uma série de variáveis entre uma coisa e outra... mas... sabe como é!!!
Gosto de Ledger, muito antes do Coringa... aliás, antes até das boas escolhas profissionais que ele defendia... gosto ainda mais do Mel Gibson, por ter visto potencial nele (e nem estou aí com os vacilos recentes do Gibson... pq quando coloco algo ou alguém "no quarto tópico", dificilmente tiro! E vou ter que admitir que tiro ainda mais raramente do quinto)!
Gostei dele até em 10 coisas que eu odeio em você, que também tem outros jovens atores que acabaram projetando "certas escolhas"...

sábado, janeiro 16, 2010

Onde está "Wally"?!


Tempo presente... ou "presente do tempo"!

Vou retomar aqui a questão das “pessoas que nos vampirizam”... aquelas que sugam o que há de mais vital em nós... e se em termos mitológicos, deu-se que a escolha fosse sangue... em termos reais, o que mais esses seres nos tomam é a energia!

Vejo muito isso na minha área... gente que por uma limitada capacidade de validar os próprios processos, acaba se projetando em quem caminha em direção a eles...
É estranho... mas o sucesso... ainda que não o seja “de fato”... incomoda!
Desde o primário alguns elementos com quem estudo... querem saber da minha nota... e ainda que façam gracejos com o meu perfil cdf e o meu sobrenome... se não encontrassem uma brecha nisso... procurariam um outro jeito para “tentar” me incomodar como eu  pareço incomodar!
No final do ginásio e durante o magistério (sim, eu fiz “isso”!) a Gui foi meu contraponto nisso de gerar interesses comparativos... todo mundo... ao ver a inscrição nas próprias provas... automaticamente buscava saber a nossa... Ela ainda manifestava mais irritação com isso do que eu... que (desde sempre) venho me acostumando ao que as pessoas tem de mais bizarro!!!
(Minhas notas ainda interessam, mas...) Como obviamente não tem nada mais, que eu tenha, que cause tanto desconforto imediato quanto as minhas notas... fico imaginando o que a minha mãe tem de sensacional (além de SER sensacional) que atraia tanto esse tipo de ser... Talvez porque a minha mãe abra as portas... e não feche nem querendo... coisa que é normal nas pessoas da minha família... e cujo gene eu não adquiri... preferi verter para o lado da sociabilidade arredia... e só convido e recebo quem eu gosto de fato (e quando não posso receber, sinto falta das mesmas)... já as pessoas ditas “normais” recebem e aturam seres que lhes sugam e incomodam... Isso é outro item que fere a mitologia... esses seres vampíricos não precisam (e nem nunca precisarão!) de convite!
Não por acaso... mas como um “sentido digievoluído”, esses seres vampíricos, projetam mentiras que lhes são verdades... veja bem... eu também crio as minhas “hipóteses mentirosas”... mas são “mentiras subjetivas”... ainda que eu ame o termo:
Mentiras sinceras me interessam... não tem muita graça quando você tem que lidar com “as mentiras que todos contam (e nas quais acreditam!)”... Chamarei, a título de diferenciação, essas outras mentiras de “mentiras tresloucadas”!

Exemplificando:
Eu acreditar que serei um sucesso literário um dia, é uma “mentira subjetiva”!
Eu acreditar que alguém tenha sucesso literário porque me plagiou é uma “mentira tresloucada”!

Para se livrar desses seres...
Não adianta água benta (é capaz que pensem que lhes sirva um drink)...
Não vale cruz (é provável que falem horas sobre uma religião que não entendem e nem respeitam)...
Não adianta luz solar (eles impõem a própria presença desde o raiar do dia)...
Não há nada que valha como repelente... mas vai aqui uma dica de alguém que os enxerga com total clareza... Se não tiver como afastá-los... ao menos... reconheça-os!!!

...

07/10/2004 20:45


SONETO DE SEPARAÇÃO (Vinicius de Moraes)

De repente do riso fez-se pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

Não é um soneto...mas retrata a minha libertação! (Maligna)


De repente ao afirmar que queria
Já nem sabia o que pretendia
Desde que te avistei naquele dia
Meus pensamentos estão à revelia.

De repente reafirmar o meu drama
Ao obter confirmação que me ama
E desde que te tirei da minha cama
Nossa relação permanece amálgama.

De repente preciso correr mais riscos
De apagar todos os seus rabiscos
Jogar fora seus melhores discos
Esquecer dos costumeiros fiscos.

De repente, não mais que de repente
Fez-se do desconhecido algo alucinante
Fez-se da vida um momento delirante

Fez-se de mim a melhor amante
Fez-se de ti um ser descontente
Fez-se do não... algo permanente.
(enviada por Maligna)

Do blog extinto...

Sempre acho que algumas vivências e/ou experiências educacionais alteram sobre o que gostaria de escrever e sobre a minha forma de fazê-lo, respectivamente! Não "caibo mais" em muitas escritas antigas (nota-se que sentia uma preocupação muito maior em "nomeá-las")... mas eventualmente vou flertar com a temporalidade... do que li e registrei, do que escreveram, do que escrevi e de considerações diversas!

09/10/2004 14:59


Verdade (Carlos Drummond de Andrade)

A porta da verdade estava aberta,
mas só deixava passar
meia pessoa de cada vez.
Assim não era possível atingir toda a verdade,
porque a meia pessoa que entrava
só trazia o perfil de meia verdade.

E sua segunda metade
voltava igualmente com meio perfil.
E os meios perfis não coincidiam.

Arrebentaram a porta.
Derrubaram a porta.
Chegaram ao lugar luminoso
onde a verdade esplendia seus fogos.

Era dividida em metades
diferentes uma da outra.
Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era totalmente bela.
E carecia optar. Cada um optou conforme
seu capricho, sua iusão, sua miopia.


A verdade sempre é contraditória... talvez por isso a mentira adquira esse caráter fatalista...
Enquanto alguns se declaram os "donos da verdade"... ela permanece inviolável... misteriosa... perseguida por idealistas...
Se nem sou capaz de identificar as minhas verdades... as pela metade mesmo... já que parece que as inteiras não existem... como poderei determinar o que possa ser verdade para uma série de coisas e pessoas que encontro?!
(enviada por Maligna)

sexta-feira, janeiro 15, 2010

O retorno da net!

Ontem... quando o técnico veio... ficou constatado que era um “fio da rua” que tinha “rompido”... agora me fala... não era muito difícil mandar o técnico que eu solicitei (e pelo qual eu pago) na primeira vez que aleguei que a linha estava muda, era!?

A embaixatriz do cambalacho contra-ataca!

Dei um bom tempo e pedi para a minha irmã (que vai merecer uns dos tópicos seguintes, me aguardem!) refazer a ligação... fui respondendo simultaneamente aos mesmíssimos questionamentos e aleguei que queria um técnico aqui... já que:

A) Eles sempre alegam que o problema é interno, e nunca é!
B) Eu pago mensalmente por assistência técnica!

Uma nova esperança!

MINHA NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO!
ME SALVE!

A vingança discursiva de "Cristh"!

Daí a Miss Paquidérmica disse exatamente isso:

- Senhora a linha que a senhora diz estar muda não está, porque consta aqui para mim que está ligando dela!
E eu:
- Não estou não... estou ligando da outra linha... conforme já notifiquei!
E ela:
- Não está não...
E eu:
- Estou sim!
E ela:
- A senhora deve estar fazendo alguma confusão!
E eu:
- Creio que você não entendeu, então vou repetir... estou ligando da linha ................... e solicitando reparos para a linha............................! Sempre foi assim e tenho certeza do que estou falando!
E ela:
- A senhora tem certeza?
E eu:
- (Que você é uma anta!?!) TENHO!

E ela... achou melhor brincar de bater boca do que trabalhar.... e como não tinha muito o que ela soubesse fazer... me dispensou dizendo que o problema era “do poste para dentro” e que eu teria que chamar “um técnico da minha segurança”! Agradeceu a minha paciência e me desejou um bom dia... e eu... que já devia estar da cor da cueca do capeta... preferi manter no..... tututututututututu!

O ataque da paquidérmica!


A segunda... bateu o recorde em conceitos negativos de atendimento:

Desconfie... desconfie mesmo... se uma dessas atendentes estiver gargalhando do outro lado durante o seu atendimento... seria capaz de apostar que ela tinha interesses maiores que os meus... e enquanto eu ouvia claramente ela gargalhar... a intervalos regulares... ela lembrava de dizer:

- Mais um momento senhora!
- Um momentinho senhora!
- Estou testando a linha senhora!
- Leva tempo senhora!
- Mais um momento senhora!
- Continuando a verificação senhora!

(Vou repetir isso em looping até a senhora cansar e provavelmente desistir... tá senhora!?)

A ameaça fantasma!

(Antecipadamente pedindo licença ao George Lucas para usar a saga dele!)

A primeira... não fez muito, nem deu um parecer qualitativo... mas pelo menos foi discreta em manter a ligação “muda”... me deu um número de protocolo que eu deveria reaproveitar nas ligações seguintes (pura balela, já que, em cada ligação, os passos são os mesmos e consecutivos!!!)

Prelúdio da saga telefônica!

Tenho uma amiga que vive proclamando na inscrição do MSN um ódio certeiro contra empresas de telefonia, e com ênfase específica contra a Telefônica...

Tive um problema recente... e lembrei que, de fato, não houve uma só vez na vida, que precisei de atendimento deles e que não tenha justificado o mesmíssimo ódio que ela diz sentir...
Sabemos que nem todos nós somos educados com pessoas que nos oferecem serviços e que nos atendam via fone... como também sabemos que todos os humoristas que usam essa interação em suas apresentações não o fazem sem alguns motivos concretos!
Na quarta... por um problema na linha e logo na conexão de internet, precisei contactá-los... Como aqui são duas casas... são duas linhas... minha mãe tem a extensão da minha linha... porque é a mais antiga e mais fácil de memorizar... porque ligam mais nessa... e porque eu pouco fico em casa e atendo... para não pagarmos em dobro por serviços “meia boca”, contratamos a banda “alargada” na linha dela e meu roteador dá conta do serviço! Esse acerto já ocorre há uns 4 anos!
Então, se meu telefone estava em pleno funcionamento... é meio óbvio que o problema estava na linha dela, certo?
Errado! Pelo menos para as duas (dentre três) “sonsas paquidérmicas” que me atenderam!
Para começar... quando você é atendido pela gravação e tem que antecipar o assunto... e vai tendo que gritar para que o serviço seja encaminhado... “Reparos na linha” eles não entendem... Vou experimentar ser mais “grosseira” e ver aonde a língua portuguesa e suas variáveis me levam!
Daí... lembram aquele “jogo da cabine”... onde você tem que ficar expressando “sins” e “nãos” aos berros... é a segunda etapa do percurso! E se já não era patético o bastante... vem as paquidérmicas!

Nós odiamos a Telefônica!!!!!!!!!

quarta-feira, janeiro 13, 2010

Outra possibilidade!!!

Números crescentes... e preocupação com interações mais visuais...


Um dia ao acaso... você ouve menção ao número 38... que ainda é o número do seu calçado... e já foi o da sua calça...
E comparativamente... lembra que agora... há outros números e outros editoriais mais apropriados na hora de comprar um jeans!

Então você se pega fazendo regime... tentando conciliar suas vontades com a desgrama dos exercícios... abrindo mão de tudo que tenha sabor... e reduzindo o que deveria comer ao bolor...rs
Quer ver? Experimente comprar uma caixa de bombons e deixar guardada um tempo... ela fica ali, intacta e apetitosa... enrolei uns dias para concluir um pedaço de melancia... e nem quero lembrar das conseqüências...
Dois, dos três cachos de uva que adquiri, olham suplicando para mim toda manhã... para que eu os leve para ambientes mais tropicais... mas penso que, mesmo “despojando da casca”, aquela gosminha lá de dentro (como outras) não foi(ram) pensada(s) para engolir... Tipo: pôs na boca?... Sentiu?... Cuspa fora!
Daí uma conhecida... me mostrou as vantagens de um complemento nutricional... que tem quase a cara, aroma e sabor... que eu acredito que teria se eu ingerisse a água em que deixei certas peças de roupa de molho... sem contar que dia desses, ao liquidificar a coisa... derramei um pouco... e devido a pressa, deixei para limpar direito na volta... e retornando, parecia que tinham parido um Gremlin na minha pia!!!
Qual é a lógica de termos que combater a celulite... celuli–te... seres vivos não são compostos por células... que se agrupam e formam os... Bah, vc já teve essa aula... penso que “quanto mais célula, tanto melhor”(rs)!
Lembro dos tempos em que era chamada de “pau de vira tripa” e clamava por um pouco mais de gordura... agora, que recebi tudo pelo qual clamei (e até mais)... e que estão se aglomerando na região do quadril (e partes próximas)... tudo o que eu quero, é me livrar dela(s)!
Para completar o quadro, eu jamais tomaria remédio para emagrecer... mas no único momento na vida que aderi à moda da fluoxetina (na época para conter a ansiedade, que algumas pessoas descontam na alimentação e não nas unhas como eu fazia)... Eu entrava às 7, saía as 18... duas vezes por semana perdia o almoço de 1 h para dar conta das reuniões de planejamento... trazia um bando de livros e cadernos para corrigir em casa... tinha que elaborar aulas interessantíssimas... pegava o ônibus 18:15 (graças ao namorado) para ir para a faculdade... point de retorno as 23... e chegava em casa na hora que o trânsito entre as duas cidades permitia... um domingo por semana era quase nada... e ainda tinha um namorado (o mesmo) que cobrava mais atenção!...
Peraí... dispersei né?
Voltando... a tal da milagrosa fluoxetina fazia por mim o mesmo que um copo de chá mate... ou seja? Coisa alguma! (Tem algo de errado com o meu organismo... guaraná em pó também não faz efeito... e nem substâncias que experimentei e são efetivas para uma galera)!
E mesmo que eu me livre da circunferência do meu quadril... há uma outra questão... eu devo ter sido moldada num esqueleto de seres mais primitivos... já que tenho ossos imensos... e quando era pequena tentei de todo jeito, e sem sucesso, quebrar um que fosse... se a experiência que fizeram com o Wolverine, fosse comigo, os resultados seriam bem mais efetivos!
Resumindo... mesmo magra... me sinto gorda!!! rs

Belas ilustrações & Feiura libertadora!


Dia desses vi sem querer um trecho da 1ª temporada do Superstars (Ep.21) e só me detive porque quem estava na berlinda era a Emma Thompson (fantástica!), ela comentava sobre o porque de acolher o projeto para filmar Nanny Macphee... achei interessante que tenha partido de um livro correlato e bem ilustrado...

No caso, o livro foi Nurse Matilda e as ilustrações eram de Edward Ardizzone...
É bacana como uma coisa acaba levando à outra (sempre!)... Sou hiper favorável às ilustrações... e quando o público é infantil... elas cativam primeiro... durante... e após as leituras (“tia” mostra de novo!?), sem fazer com que "as letras" sejam desinteressantes, pelo contrário, motivando as leituras...
No filme, há essa preocupação com cores... muitas cores... e formas... tornando tudo mais interessante para esse “pequeno” público!
Uma dessas crianças que deve ter visto e se encantado pra valer... perguntou para a própria Emma se ela “não tinha se incomodado por ficar feia?!”.
E ela respondeu para o garoto que “Não, na verdade tinha adorado”!
E ao entrevistador explicou (algo assim):
“Foi libertador... estamos sempre nos preocupando com a nossa aparência e alimentando neuroses por padrões impositivos, que na realidade são uma bobagem... não dizem respeito a “quem somos”... ou à forma como nos relacionamos!”
Acho que a história é uma “fábula comportamental” sobre como enxergamos as pessoas... pois embora, no filme, a transformação pareça “pura mágica”... acredito que ao gostarmos das pessoas... independente do que visualizamos, elas “passam a ser (mais) bonitas”!
Uma prova disso são as interações virtuais... já conversei (demais) com pessoas pelas quais eu não daria uma avaliação positiva em termos “físicos”... e tendo sido fisgada primeiro por “outros quesitos”, esse (acaba) deixa(ndo) de importar!

terça-feira, janeiro 12, 2010

Da estante "pro Estante"!

Não tente "reparar"...

Dar e receber...


Sabe quando você se apega tanto em algo(guém) que a mera hipótese de se desfazer da coisa (pessoa) é absurda!?

Dois acontecimentos recentes me fizeram considerar isso com mais propriedade... um... só me diz respeito... e o outro diz respeito a um desconhecido qualquer que colocou a coleção inteira dele do Sandman a disposição no Estante Virtual e alegando que era apenas porque precisava do dinheiro... (vou até deixar o link... porque um ato de coragem desse merece ser contemplado... ainda que eu torça para que “haja outro jeito!”).
Me peguei considerando o quanto eu precisaria estar “desesperada” para vender a minha própria coleção... em “permitir” que as coisas as quais me apeguei e que validaram certos processos... deixem de estar lá....
Vamos nos apegando pela vida afora... e são os pequenos aspectos com os quais nos identificamos que tornam as vivências válidas!
Ocasionalmente nos pedem coisas que não sabemos se estamos aptos a doar/compartilhar... como quase sempre esperamos receber (de tudo!) em dosagens desproporcionais...
Tenho um certo apego descabido por algumas coisas... e mesmo sem admitir sequer para mim... por algumas pessoas também!
Quando me pedem para “ceder” as razões do meu afeto... quaisquer que sejam... sempre fica um sensação de estranhamento... e quando eu acabo com elas deliberadamente... acaba ficando uma sensação de vazio... um “enlutamento permanente pelo tardio”...
Conhecemos pessoas que misteriosamente nos dão mais do que as medidas que esperávamos... e em relação a algumas dessas pessoas ... sinto que “subtraí” mais do que pretendia...
A única vantagem de estarmos vivos... e contarmos com essa ciranda cíclica de trocas e vivências... é que... pode ser... que em algum momento eu tenha a chance de me redimir... e vir a somar novamente...

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Palavras devolvidas...

Sinto ser real

Te espero aparecer
Parto a procurar
E torço que esteja
logo aqui
Começo a me exceder
tentando te encontrar
Não adianta nem
tentar fugir
Das nossas teclas
as palavras urgem
E cada vez mais forte
elas surgem
E eu penso que é normal
Pois sinto ser real
Agora te pressinto
ao meu lado
Não temos nem futuro
e nem passado
Mas sei que juntos
vamos dar um jeito
Pois o que conquistamos
está perfeito
(Ou, siga a preferência!rs)
Distantes o ar
fica rarefeito
Você há de entender!
Pra que se apaixonar?
É melhor deixar
“a coisa fluir”...
(Ou, siga a preferência!)
Do mesmo modo
dá pra prosseguir...
Das nossas teclas
as palavras urgem
E cada vez mais forte
Elas surgem
E eu penso que é normal
Pois sinto ser real
Agora te pressinto
ao meu lado
Não temos nem futuro
e nem passado
Mas sei que juntos
vamos dar um jeito
Pois o que conquistamos
está perfeito
(Ou, siga a preferência!rs)
Distantes o ar
fica rarefeito
E eu penso que é normal
Pois sinto ser real

Palavras recebidas...

Nada Normal

Lareira pra acender,
Um céu pra se olhar
E tudo está tranquilo por aqui
Você vai me vencer,
Eu vou me apaixonar.
Não há mais o que decidir
Dos nossos lábios todas as palavras
Nada dizem
Aos nossos olhos tudo que já vimos
Foi vertigem
E é tudo tão real
Mas nada normal
Te lembro e já me sinto ao seu lado,
No seu mundo
Me identifico com você de um jeito
Tão profundo
E é tudo tão real
Mas nada normal
Você vai me vencer,
Eu vou me apaixonar.
Não há mais o que decidir
Dos nossos lábios todas as palavras
Nada dizem
Aos nossos olhos tudo que já vimos
Foi vertigem
E é tudo tão real
Mas nada normal
Te lembro e já me sinto ao seu lado,
No seu mundo
Me identifico com você de um jeito
Tão profundo
E é tudo tão real
Mas nada normal
Victor e Leo
Composição: Victor Chaves
Trocas reais de palavras...

Citação...


A dela...


A dele...


Cartas...

Já mencionei "n vezes" que adoro cartas... redigidas em qualquer circunstância e recebidas idem...
Todos os livros... filmes... animações... e sei lá mais o quê... que contenham a temática "redigir e trocar" me agradam!
E com certeza não só eu... porque alguém transformou as cartas de "Uma carta de amor" (filme) em arquivos de texto/imagem...
Não são todas.. nem estão 100% fiéis (constam poucos erros, como repetições, coesão/indefinição sexual - possivelmente quem digitou estava "em conflito"!)... mas ilustram... a que contém imagem não foi carta e sim citação!

domingo, janeiro 10, 2010

Sobre os sons... que estão... dentro das paredes...


É fato que a minha imaginação sempre foi mais fértil do que eu gostaria... mas não aquele tipo de imaginação com potencial literário, e sim aquele que remete a medos infundados...

Eu tenho motivos em ter certos medos infantis... como o de ficar no escuro... deveria ter uma lei cósmica que impedisse criancinhas de terem pesadelos “tão reais”!
Mas a coisa toda evoluiu positivamente num certo grau... hoje... já avanço por longos corredores... já tateio em busca de luz quando falta energia nos meus horários insones... já “corro” para ver o que são certos barulhos... e já (quase) acredito que minha irmã caçula não é obra da banda de baixo!
Mas quando alguns desses elementos se combinam... eu volto a ser aquela mesma garotinha indefesa de cabelos escorridos e nariz(es) escorrendo... não... (sem exagero!)... não há mais choros... mas há uma palpitação digna de intervenção médica!
Ontem, enquanto falava com um ser que pode vir a me aterrorizar de fato (rs), escutei sons de “coisas” arranhando a minha porta... munida de uma coragem absurda, me aproximei da porta e tateei em busca do interruptor... nada... a lâmpada “magicamente se fora”... (Está acompanhando que já são elementos combinados, principalmente se você considerar que eu tinha “um momento social” e precisaria transpor esses elementos invisíveis em poucos minutos?!)
Voltei para a conversa... e o distinto, na sua gentileza habitual, buscou redimir a importância do fato... Foi quando surgiram os ruídos “furtivos, rastejantes e amarrotados” vindos de dentro das paredes da casa.
Lembrei de Poe com seu gato preto... e de Gaiman que ousou colocar lobos dentro das paredes... e cambaleei tentando me aproximar da fonte e do que quer que eu... a Maligna... poderia ter colocado entre os porcionamentos de concreto onde me escondo...
Todos são unânimes em dizer:
“Se os lobos saírem de dentro das paredes, está tudo acabado.”
“O que está acabado?” – pergunta a “menina”.
“Tudo!” – diz a mãe.
“Todo mundo sabe disso.” – completa.

Não existiria som... se não... houvesse o silêncio!


Já mencionei essa letra aqui ou no blog extinto... e ela não deixa nunca de ser boa... porque contém certas verdades absolutas...

Quando um Ser decide morar só... ainda que com vizinhos barulhentos dividindo o mesmo terreno e algumas laterais... ele se regojiza em ser autor “dos próprios sons”... e em alguns momentos opta por ouvir música num som absurdo... porque pode fazer isso para exorcizar a raiva que invariavelmente surge... sem que alguma criatura tenha a pachorra de reduzir o volume... ou pior... trocar a fonte por outra menos audível!

Mas é estranho... como a casa desse Ser que se imagina sozinho com o silêncio... produz sons para lhe fazer companhia... a tooodo momento... o Ser comprou o refrigerador que ele quis... e pela gratidão de ter saído de um ambiente tão impessoal... o refrigerador quer manter longas conversas diárias e noturnas... e o mesmo acontece com alguns dos seus melhores amigos... outros aparelhos que a tecnologia favoreceu que acompanhassem o Ser e o seu (pretenso) silêncio...

O Ser... tem pensamentos constantes... sobre os barulhos aleatórios... sobre os permanentes... e sobre todo o resto... e nesse intervalo de comunicações eletrônicas... o Ser tenta impor seus próprios sons... e sua voz... que ocasionalmente lembra de exercitar...

Mas daí... o Ser pára e pensa (de novo!) que alguns limites tênues se rompem... quando ele pára para conversar com o silêncio!

sábado, janeiro 09, 2010

E é como me encontro agora!

Não tenho esperado o “algo mais” que esperam e cobram de mim... pensarem que sim é egoísmo (já que não é nem por mim, nem para mim) e está errado!
Mas se acontecer, saberei identificar, e daí tomarei uma decisão com os dados que dispor...

Aviso aos insistentes (do meu passado e do meu presente), que clamam por atenção, que deveriam direcionar melhor suas atenções e talvez tenham a sorte de receber um pouco do que já tive...

Há muitas formas de ser amada e, no momento, sinto-me contemplada!
Por isso tudo... passou da hora de cuidarem da minha vida e tornarem suas relações menos insossas... sim... porque não basta papel e rotina para que se obtenha amor!

Em solo distante...

Bastaram horas de conversas virtuais e um toque pessoalmente e minhas defesas ruíram... eu amei o homem com todos os seus conflitos e ele se deixou amar pelos erros que o devastaram e por se sentir seguro... reconheceu em mim defeitos evidentes... e talvez tão nitidamente quanto encarava os seus... pois nunca antes eu tinha sentido em outra pessoa, tanto de mim!

Pela primeira vez em muito tempo o que sentia por alguém provocava reações físicas... cada despedida chegava a doer... e pus de lado toda a lógica em busca de fazer com que as sensações perdurassem...
Esse homem alegando querer o melhor para mim, foi duro comigo as vezes e sei que também fui em relação a ele...
Por ele, ao encontrar o primeiro, disse que tinha descoberto um amor mais maduro... e ai de você se negar que o presente é sempre “mais presente”... vendo-os agora, na imparcialidade do distanciamento dos sentidos... vejo apenas o quanto foram diferentes e que, o que aprendi com um pude usar com o outro...
Esse homem quebrou alguns tabus... e pelos que eu não consegui quebrar, me recriminei... em dado momento era contraditória a sensação de querê-lo por perto versus sentir-me inquieta em sua presença...
Talvez eu tenha quebrado algumas reservas dele... talvez não... esse homem tinha as próprias prioridades!
Declarou à sua maneira... o seu amor em vários momentos... e atingiu pontos do meu ser que eu não reconhecia existir... nos momentos em que esteve presente... sua presença era tudo o que eu poderia querer... e por um bom tempo isso bastou!
Um dia esse homem partiu... dizendo que voltaria... e quando eu senti nisso uma inverdade... soltei as amarras... e ele se foi... mantendo aprisionada por um tempo uma parte de mim... mantivemos contato, mas não nos vimos mais... e posteriormente a parte que ele manteve cativa, veio ao meu encontro...

Fugindo de mim...

O segundo atropelou minhas intenções... e me fez confundir amor, quando era amor o que eu via nos olhos dele e pensava erroneamente que refletiam os meus...
O nosso convívio foi mais curto... e um erro de percurso quase nos levou a uma permanência familiar imposta... esse garoto/homem via o melhor de mim e me levou a lugares onde nunca estive...
Me ensinou muitas coisas e me envergonho em dizer que o magoei de forma imperdoável... pena que não tenha me ensinado a amá-lo como deveria!

Quase à primeira vista...

De uma primeira troca de olhares na rua... de surpreendê-lo com um toque nos ombros e uma pergunta sobre trajetos... dos tantos olhares que se seguiram... da aproximação tímida... dos primeiros toques... dos anos que se seguiram...

O “garoto/homem da rua” me amou terna, total e pacientemente:

Quando eu era inexperiente...
Quando eu tive dúvidas...
Quando eu pensava ter certezas...
Quando eu o larguei...
Quando eu o magoei...
Quando eu pedi nova chance...
Quando eu cresci...
Quando as semelhanças eram marcantes...
Quando as diferenças começaram a surgir...
Quando eu o decepcionei...
Quando ele me decepcionou...
Quando estive ausente...
Quando a nomenclatura mudou...
Quando voltamos a condição anterior...
Quando tivemos outros desejos...
Quando não conseguíamos viver separados...
Quando viver juntos não tinha sentido...
Quando pensaram que estávamos separados...
Quando reafirmamos nossa relação...
Quando eu o mandei embora...
Quando ele insistia e retornava...
Quando riamos...
Quando chorávamos...
Quando nos reconhecíamos como únicos...
Quando nos tornamos totalmente diferentes...
Quando tentamos contemplar vontades alheias...
Quando eu pareci não me importar...
Quando conhecemos outras pessoas...
Quando ele recomeçou...
De quando em quando... e até...
Enquanto desistíamos...
E em muitos desses momentos eu o amei também...
No filme Uma carta de amor... o protagonista joga cartas ao mar para a esposa falecida... e ao encontrar outra pessoa para amar... ele resolve mandar uma última carta para a antiga esposa, onde diz que para entender esse novo amor, bastava relembrar o quanto eles tinham se amado... e a benção dela bastaria... como bastava ele ter sido abençoado com o amor duas vezes...

Eu fui abençoada duas vezes por um amor recíproco e uma por um amor desigual... quase não houve e já não resta vestígio algum de sofrimento de qualquer porte... não há arrependimentos... nem nada que motive as minhas escolhas...

Quando eu digo amor... é com o termo bem definido e compreendido... não cabe aqui os relacionamentos transitórios ou impostos por padrões sociais... como também não cabe algum afago que eu tenha dado em quem passou tempo demais pedindo por eles... cabe muito menos aqueles momentos vorazes em noites perdidas... cabem apenas os que narrarei... porque cheguei até aqui com uma certeza... todo o resto não foi amor!!!

Passei mais da metade da minha vida amando e/ou sendo amada... E as formas de amor e de amar também foram distintas... de tal forma que, quanto ao que me permitiram, não busco mais preencher nenhuma lacuna (e utilizo esse termo em “homenagem” aos que pensam que há vazios a serem preenchidos)...

Motivações para amar...

Não esquenta... não é texto de livro de auto-ajuda... mas é autobiográfico...rs

As pessoas nos cobram por tudo o tempo inteiro... nos cobram pelo que projetam para elas... nos cobram pelo que projetam para nós... nos cobram que tenhamos a “coragem” de cometer os mesmos erros... nos cobram por não cometê-los... nos cobram...

Um amigo recente me perguntou “se eu não recebia cobranças por decidir ficar solteira”...

Com certeza (pelos padrões sociais, pelos filhos repelidos e por todo o resto)!
E talvez, por ele ter recebido essa mesma cobrança... ele não tenha feito o clássico questionamento... por que você está solteira?

Veja vem... eu não ESTOU solteira... não é uma titulação ou condição temporária... eu SOU solteira... eu QUERO ser solteira... eu AMO ser solteira...rs
E quando eu demonstro tanta convicção o olhar muda de “cobranças ilimitadas” para “que pobre coitada”.... pois a única coisa (na mentalidade alheia) que justifica isso é uma vida de desamor, amarguras ou rancores... ou alguns desses aspectos combinados... ou todos ao mesmo tempo...