domingo, dezembro 04, 2011

É a mais pura verdade...



A dica foi da Danielle... e eu ainda prefiro quem disfarce as próprias imperfeições... do que aqueles que usam fotos de celebridades... imaginando que não são reconhecíveis...

Espaço Viva Azul...

7,06...

Felizmente estamos no último mês do ano... aconteceu tanta coisa que eu nem consigo mensurar o tempo transcorrido entre uma e outra (Como eu resolvo isso? Exagerando é claro!!!)...
Meu lado "geminiana com dificuldade de tomar decisões extremamente bipolar"(*) sofreu às tampas em 2011 e minhas amigas acreditam piamente que "excetuando o caráter profético", 2012 vai ser "o que há"... por se tratar de um ano par... não concordo muito com isso de ano par... já que a numerologia reduz tudo a um numerador único, logo 2+0+1+2=5, logo ímpar... enfim...
(*)Nota: Só para esclarecer eu sou um dos seres mais decididos e centrados que conheço, desde que a decisão não seja paralela... se for para escolher alguém na multidão, beleza! Agora se nessa muchedumbre, estiver um cabeludo rebelde de olhos esverdeados e um careca enigmático de olhos negros... lascou!
Algumas coisas se resolvem(veram) meio que aleatoriamente... e outras por caminhos que eu segui... alguém disse para eu abolir os "e ses"... e é o que eu venho fazendo... mas se um dos "e ses" se manifestar... basta que eu recorde que... pouquíssima coisa é definitiva!
E um aspecto para que eu reative minha memória... é que exatos 0,07 pontos... quase me fizeram "mudar - em vão - de banda"!!!

quinta-feira, novembro 03, 2011

Resenha 14

Maligna 07/04/2010

Ponto para o Nasa!!!

(Então...) Ponto para o Nasa!!!

Não... ele não foi o autor/ilustrador da HQ... mas, notando que é um dos muitos títulos do gênero que faltam por aqui, adicionou esse e reavivou a minha memória!

O ponto também é válido, porque li, há tempos idos, o volume que lhe pertence (entre outros títulos que ele me apresentou... quando ele lhe recomendar algo, invista no risco (somente nos casos literários e sonoros, veja bem!!! rs))!

Buscando embasamento nesse comentário sobre a obra:

Por muito tempo evitei reler BLOOD - uma história de Sangue ! J.M DeMatteis e Kent Willians fizeram uma obra que durante tempos permaneceu inexplicável para o meu pobre paladar de leitor comum de superman/batman/homem-aranha/x-men e afins...

(Na íntegra, aqui: http://zonafrancacomics.blogspot.com/2010/01/blood-uma-historia-de-sangue-jm.html)

Eu diria que é "uma leitura palatável" mas que também faz fervilhar "outros instintos"... e que deve ser lida por todos que consideram que "o sangue se mostra vital desde o ventre materno"...

O universo vampírico é o que há de melhor em matéria de mito... e mitologia remete aos escritos dos grandes filósofos... e nem o que se pesquisar dos mesmos, conseguirá descrever essa história...

Acredita ser exagero... vá ler!!! rs

Resenha 13

Maligna 15/02/2010

Insista...

Esse foi um dos livros recomendados que li com olhos incrédulos e vontade reticente... mas ao final... agradeci pelos argumentos de investimento serem mais fortes do que todos os meus de "negativamento"...

O Gibson ganhou mais uma fã (entre tantas) e eu ganhei a certeza de que, em termos de preferências e padrões, tem gente mais estranha do que eu perambulando por aí!

Fora os "momentos empáticos"... e uns raros "momentos de estranhamento"... vale por todos os outros "momentos que você precisar e/ou distinguir"!

Resenha 12

Maligna 15/02/2010

Para os "nós" que todos temos...

Eva Furnari é uma das autoras que vagam com maestria pelo universo da literatura infanto-juvenil... e como se não bastasse as rimas divertidas... idéias criativas e falas precisas... ainda consegue capacidade para ilustrar os próprios trabalhos!

Neste livro... os nós que nos embargam por dentro... surgem por fora... deixando o (aspecto) físico estranho e a convivência impossível...

Mas, como há saída, para qualquer problema e/ou mal-estar... uma boa amizade... e um pouquinho de auto-confiança... fazem com que os nós sejam desatados...

Leia... e desate os seus!

Resenha 11

Maligna 15/02/2010

Quase cinco...

Ótima leitura... ótimo enredo... belas citações...

Só não foi melhor... porque quando li já estava impregnada de outros elementos (audiovisuais)... e impregnada com tal maravilhamento... que não pude atribuí-los totalmente às palavras proferidas pelo autor...

Mas... sempre vale a conferida... e de mais a mais... acho que isso de atribuir conceitos, depende muito dos "humores do momento"!

Resenha 10

Maligna 15/02/2010

Falar o quê?

Sabe-se lá porque enrolei tanto para ler esse...

Ele tem dois elementos infalíveis... a mente do Gaiman... e o fato do gênero ser Contos... não tem como um livro de contos escrito por um cara bom, desagradar e cair na mesmice!

Perfeito... mesmo para as pessoas desavisadas que se chocam com os termos claros que "certas coisas recebem"... gosto dessa "escarafunchada sem luvas"... que poucos autores conseguem demonstrar!

"Tô indicando!"

P.S.: Nem tudo que leio, vejo, vivencio ou penso... vai pro blog... mas esse aqui está por lá... em mais de um post!

Resenha 9

Maligna 15/02/2010

Inovador...

Acredito que fundamentar a qualidade de enredo de uma HQ, seja no mínimo comparável a "arte elementar"... não deve ser à toa que surgiu o termo arte sequencial...

Não basta só pensar na trama, nas palavras redigidas, na ordem de dispô-las e nos efeitos que causarão... é necessário pensar em detalhes e imagens que validem todo esse processo!

Ocasionalmente, lemos/vimos algo, que com o tempo "se perde"... basta uma nova conferida e o expectador se frustra em perceber que elementos anteriormente aprovados, já não têm razão de ser... na minha opinião, o tempo não interfere em nada em Watchmen... os elementos continuam lá... e surpreendendo a cada virar de páginas!

Resenha 8

Maligna 15/02/2010

Um ótimo presente...

Se você tem uma criança para presentear (principalmente se for uma menina) este é um livro que contempla com louvor o gênero literatura infantil!

Com uma carismática e inusitada dupla (menina negra x coelho branco)... as crianças (re)consideram de uma forma bem divertida (e primorosamente narrada) como contornar as diferenças que nos assolam!

Pode colocar no seu carrinho!

Resenha 7

Maligna 15/02/2010

Sem letras...

Não há história nenhuma... o "enredo" se baseia em perspectivas visuais que vão colocando em xeque, tanto a atenção, quanto a capacidade de antecipação do leitor...

É um livro "sem pendor etário"... agrada igualmente adultos e crianças!

Vale a conferida!!!

Resenha 6

Maligna 21/01/2010

Dos retalhos do Graig para os nossos retalhos...

O livro é tocante... e para os que tem preconceitos descabidos contra o gênero... garanto que, até se esquece que trata-se de quadrinhos!

O autor é muito autêntico (e corajoso!) nisso de abrir (expor) uma versão intimista dos vários tipos de relacionamentos que mantemos e manteremos pela vida afora...

É o tipo de livro... que te põe para pensar... e que cria um vão interno ao ser terminado!

Falei muito dele (livro) e dos meus próprios retalhos... e como não tem porque me esvair em repetições... deixo o caminho (basta fuçar por ele):

http://cantodamaligna.blogspot.com/2009_06_01_archive.html

Resenha 5

Maligna 21/01/2010

Muito além do mangá...

Um amigo querido cometeu a ousadia de me emprestar os 28 volumes de uma só vez (caminho corajosamente na formação de minha própria coleção)... e a leitura foi dinâmica (de tanto que te prende) apesar de eu não ter afinidade com o formato mangá...

Detalhes da saga podem ser conhecidos através da minha complexa "amiga Wiki" (http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobo_Solit%C3%A1rio_e_Filhote), e só posso reafirmar que os conceitos de honra, os costumes demonstrados, as pessoas que você reconhece em pai e filho e a dinâmica da relação entre eles, torna tudo formidável!

Li com "olhos femininos", e não pude deixar de declarar um amor imediato pelo garotinho precoce que é o Daigoro...

Mas quaisquer que sejam os olhos que você pôr nessas folhas... elas hão de recompensar!!!

Resenha 4 (Oficialmente a primeira!)

Maligna 21/01/2010

Vale cada minuto!

(Bem... essa é a minha primeira e não vi muito sentido em fazer aqui, o que já faço aleatoriamente no meu blog... entretanto, todavia, porém... que raio de leitora eu seria, sem incluir impressões sobre?!)

Acho perfeito esse encontro entre um livro e seu leitor... em descobrir um enredo consistente... personagens bens construídos (e, porque não, até carismáticos)!

Me identifiquei, enquanto leitora, com muitas passagens... e isso é outra coisa apaixonante no livro... essa identificação com um universo de livros e descobertas...

Há um livro dentro de um livro, onde os mistérios e desacertos que envolvem o autor do livro fictício, se confundem com a vida de um leitor ansioso em desvendá-los... e segue "trecho do mesmo":

... Poucas coisas marcam tanto um leitor como o primeiro livro que realmente abre caminho ao seu coração. As primeiras imagens, o eco dessas palavras que pensamos ter deixado para trás, nos acompanham por toda a vida e esculpem um palácio em nossa memória ao qual mais cedo ou mais tarde - não importa os livros que leiamos, os mundos que descubramos, o quanto aprendamos ou nos esqueçamos - iremos retornar.

Resenha 3

Maligna 15/02/2010

Se ainda não leu(leram)... "tá(tão) esperando o quê"?

King foi uma das minhas paixões juvenis... precedido por Sheldon e permeado por outros tantos... ao atingir a "maioridade" fui acumulando dívidas com ele... não cresci junto com a obra... mas como "não se deixa nunca mais de ser adulta" e diferente do que narra a trama "não tenho mais tempo do que ninguém"... pretendo sanar essa dívida o quanto antes...

Este é um dos poucos livros onde a qualidade do lido é compatível ao do visto (filme)... mas eu ainda acho que o final do livro... e um ou outro elemento não contemplado no filme... tornem a leitura imprescindível para quem é do tipo: "já vi e não preciso de mais nada"!

Depois você(s) pode(m) me dar um tapinha no ombro... só para afirmar que eu "estava certa"!

Resenha 2

Maligna 15/02/2010

Outro olhar...

Fico indignada quando os "radicais do vampirismo" falam mal dessa série, e desse volume em específico... façam como a Bella que "amanheceu com os sentidos alertas" e encarem a narrativa pelo que ela é... e não pelo que ela apresenta...

Acho que a autora foi genial, em não disputar um filão que já está saturado e dar um ar novo para a interação desses seres com os reles mortais... ganhou um público totalmente novo... e ainda que "movendo-os pela curiosidade", fez com que os "radicais" também lessem!

Para mim... toda a série é bem escrita... a criança gerada é ainda mais cativante que os outros membros da família... mesmo sem duelos mortais o desfecho é fundamentado... e o melhor, é o tipo de livro "devora-me ou..." rs!

Resenha 1

Maligna 21/01/2010

(Quase) Não dá para passar pela vida sem ler Sandman...

Escolhi "Entes queridos" para referenciar a obra, porque é o meu preferido, mas o bom de Sandman é que cada um dos dez arcos publicados pela Conrad, "desperta" diferentes preferências em diferentes pessoas... mas não conheço quem não tenha apreciado a leitura em geral!

Levaram anos de perenigração em bancas... idas a bienais... empréstimos ansiosos... devolutivas imprecisas (e a clássica "não devolutiva") até completar minha coleção... e fico grata que a mencionada editora tenha cumprido a penosa (e cara!) missão de "concluir a obra até o fim"...

Falar especificamente sobre Sandman (e os Perpétuos) enquanto personagens da trama aplaudida de Gaiman... é difícil... acho que é algo que tem que ser visitado... contemplado com mãos, olhos, cérebro e coração... e daí caberá ao leitor em potencial, tirar de cada imagem, cada palavra, cada sentimento exposto ali... as suas próprias conclusões!

A única coisa imperativa a se dizer... é... LEIA!!!

O clube do livro... e o "transporte" das minhas resenhas do Skoob!

Já comentei aqui sobre a vontade de participar de um Clube de Leitura, motivo pelo qual (mesmo sem tempo atualmente para ler só o que gostaria) finquei os pés no Skoob (rede de leitores que abordei aqui em três tópicos na primeira quinzena de janeiro de 2010 (especificando este).
Então... como meti as caras em duas competições literárias na cidade, acabei conhecendo integrantes de um clube de leitores com local cativo e encontros semanais (compromisso demais para a minha realidade). Ainda não descartei a idéia de um clube mais informal... estou participando de um curso (entre outros!) com encontros semanais onde os formadores escolhem um determinado autor (autoras, até agora) e "esgotam as possibilidades"... por hora, há de bastar... e no citado curso, pela segunda vez, recebi indicação de um livro cusiosamente intitulado O clube do livro - ser leitor: que diferença faz? (Luzia de Maria, Editora Globo).
Recebi o dito cujo hoje e assim que tiver um parecer... socializo... (vai demorar porque estou, aos trancos e barrancos, colhendo os louros da minha formação em Designer Instrucional - as leituras da vez! - e tentando concluir Comprometida - tema para tópico futuro - não devido ao meu entusiasmo pelo enlace matrimonial)...
Como aqui é... novamente e/ou por enquanto... o meu "canto mais efetivo"... vou realocar minhas resenhas skoobianas! (Embora eu acredite ter inventado este último termo... seria mais relevante discutir se posso chamá-las de resenhas... se for considerar "características do gênero", estão mais para "indicações literárias"... mas serei fiel à tipologia mencionada no ambiente.)
Só fiz quinze "resenhas" e nem vou socializar uma delas, porque foi a única apreciação negativa que fiz... claro que li muito mais (inclusive livros de gente grande!) do que "resenhei" e li mais (às vezes muito mais!) obras dos citados autores que também valeriam a indicação... mas o meu fator "entusiasmo com o ambiente" durou bem pouco (há que se cuidar das obrigações) e também incorri no erro de deixar que entrassem demais na minha intimidade e mesmo de fazer da rede ponte para assédios de outro porte (sou humana!).
Enfim... os usos estão mais adequados agora... e minha estante (virtual), como a de muitos leitores convictos por lá... é extensa...
Como já fiz tantas vezes por aqui... vou registrando o que achar relevante ou sentir necessidade de manter registrado... até lá...

quarta-feira, novembro 02, 2011

O visual que mais combinaria...

... com a "minha entidade maligna"... seria o visual da Morte (um dos personagens de Neil Gaiman em Sandman)... essa imagem (logo aí) é a do meu perfil no skoob (já mencionado e em breve retomado)... mas  sendo bem coerente... ela também é um ser meigo (e ainda por cima misericordioso)!

... até porque...

as minhas desastrosas vivências fotográficas (odeio ser fotografada e a única forma de parecer "normal" é manter os mesmos cliques eventuais nos quais eu me fotografo aleatoriamente) provam que eu não nasci para fazer "poses malignas"...
Mas já que demonstrei por aqui, olhos, cabelos, imagens de infância, retratos com técnicas distintas... não custa nada socializar "a minha cara de todos os outros cantos"! Desde que endosse que não faz muito sentido manter essa imagem (logo aí) e me auto intitular Maligna... alguém acreditaria que esse ser é maligno?!
Aliás, a primeira impressão que passo... em qualquer canto... é de... (pasmem!)... meiguice!

Aderindo ao Facebook!

Acredito que foi na sexta-feira que um velho amigo declarou algo como "não vá aderir ao Facebook" (ambos concordávamos que não tinha "porquê"!)... mas outros antes dele declararam que "não custava abrir uma conta"... e alguns outros "que eu estava indo na contramão e perdendo..." (seja lá o que for!).
Então dividindo minha atenção pré-madrugal com um dos meus mais antigos amigos virtuais, ora real... acabei indo verificar e abri a tal conta!
Dá para entender porque o orkut virou terra de ninguém... o ambiente é muito mais dinâmico e intuitivo (ele mesmo encontra as pessoas que você tenderia a procurar)... se o preenchimento do  perfil for aberto e sincero ele declara muito sobre quem se é e do que se gosta!
Comentei com o Rô que já tinha uma série de "dorsos nus" me convidando a add... e isso é uma coisa meio inevitável... já que, para muuuuita gente a finalidade das redes sociais é apenas essa.
Eu sou da época do ICQ (saudoso!), em que nos conhecíamos por nicks e nos adicionávamos para defender gostos e opiniões... muito antes das salas de bate-papo o foco não era puramente sexual! Nessa busca frenética mal disfarçada de hoje... as pessoas "adultas" já se chamam pelo nome... e entre tanto egos... não se sustenta um alter ego (seja lá qual for a intencionalidade).
Enfim, no tal "face" só uma das minhas conhecidas ainda se declara pelo nick... mas é estranho pois todos sabemos nomeá-la e todo o conjunto a torna uma dessas pessoas totalmente atemporais e fora da realidade... considerando essa impressão, acabei me declarando como fui nomeada!

segunda-feira, outubro 31, 2011

Socialização furtiva II (idem e a minha predileta)!

Socialização furtiva I (lembrem-se que é do Blog do Balão)!

O dono dos traços...

A referida imagem me levou a esse blog!

E como o traçado me cativou (assim como a habilidade de rir de si, de situações e de cúmulos..)... e eu cometerei (ainda hoje) ao menos mais dois "roubos"... acredito que, tanto no canto direito da tirinha afanada (que meu layout corta, mas em sendo do interesse basta clicar sobre a imagem em questão), quanto no link bem aí na palavrinha blog... faço juz ao Fernando Balão (que apesar de proferido como se nossa relação fosse de foro - virtualmente - íntimo... é só mais uma coisa que afanei do blog dele - ou do perfil dele, para ser mais específica!).

Falando em cúmulos (já que tem os que presencio, os que fundamento e os que crio)... antes que alguém teime em achar que eu empreguei essa palavra erroneamente lá no meu primeiro post do dia, anota aí:

1. reunião de muitas coisas sobrepostas; amontoamento
2. acréscimo
3. o ponto mais alto; auge; máximo
4. o que é absurdo; o que excede aquilo que se pode admitir

(Viram só... altamente justificável no(s) meu(s) contexto(s)!)

Quem não desenha... "rouba"!

Já disse que sou viciada em HQs... né?!
Logo, sou uma dessas pessoas que atribuem boa parte da qualidade do que se escreve a quem ilustra (sabe aquela discussão literária onde os ilustradores também querem ser considerados autores da obra? Eu endosso!)...
Além de apreciadora de HQs (eventualmente intitulada de Nerd) e de volumes de outro porte... já declarei a minha sutil frustração por não pensar no óbvio antes de alguém que se proponha a redigir palavras que deliberem sobre o dito cujo (parafraseando a Natália do Adorável Psicose - Há uma série de não ditos no tocante ao tocante...)!
Então... como escritora sutilmente frustrada, eu apareço aqui algumas poucas vezes no ano e despejo o que me der na telha... mas como ser humano desprovido da capacidade de desenhar qualquer coisa que se imagine... só me resta cometer roubos (em minha defesa... sempre que sei quem é o autor, presto-lhe as devidas honras!).
Daí que procurando por uma imagem de quem comete "excessos com coisas"... minha pesquisa retornou essa aí:


O cúmulo do...

Hoje, fazendo uso da minha mal desenvolvida "leitura dinâmica" (aquela que me faz passar os olhos por tudo, sem atinar verdadeiramente com nada) na minha página de navegação inicial (tem muitos dias que não passo daí), notei relances de artigos voltados para o descontrole com gastos (atrelados a dicas fantásticas de como sair do vermelho!!!).
Eu sempre argumento em minha defesa que... se trabalho aguentando todo o fardo que aguento... se saio de casa diariamente aguentando todas as pessoas que aguento... e se invariavelmente até aguento sair de casa sem sequer reclamar... porque me privar do simples hábito de desperdiçar meus fundos na fonte que for?! Sem contar na adrenalina numérica (já estiveram num bingo?!)... naquela eterna ânsia de (mensalmente) estimar o que bate com o quê e quem leva os últimos trocados!
Mas esse(s) argumento(s) não derruba(m) um outro dilema... normalmente quando se direcionam gastos com elementos preferenciais... tende-se a acumulá-los além do que se considera saudável... anteontem, conversando com uma amiga, prometi que, assim que deixar minha casa com aparência de casa, seria a vez dela comparecer... isso fez com que o debate enveredasse para qual programa do Discovery Home Health eu teria que acionar para resolver os meus problemas... e aí é que está... ou eu ganho um dia de programação todo para mim... ou aprendo a usar outros argumentos de compensação e a buscar outras doses de adrenalina!

domingo, outubro 30, 2011

Pedaço de mim...


Pedaço de Mim (Chico Buarque)

Oh, pedaço de mim
Oh, metade afastada de mim
Leva o teu olhar
Que a saudade é o pior tormento
É pior do que o esquecimento
É pior do que se entrevar

Oh, pedaço de mim
Oh, metade exilada de mim
Leva os teus sinais
Que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve um arco
E evita atracar no cais

Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim
Leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu

Oh, pedaço de mim
Oh, metade amputada de mim
Leva o que há de ti
Que a saudade dói latejada
É assim como uma fisgada
No membro que já perdi

Oh, pedaço de mim
Oh, metade adorada de mim
Leva os olhos meus
Que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo
A mortalha do amor
Adeus

Mudando o cabeçalho...

Uma das coisas iniciadas foi finalmente estudar Letras... e cheguei a duas conclusões óbvias... uma, é que não sou a heroína mental que imaginava ser (ou seja, não TEM COMO dar conta de tudo ao mesmo tempo!) e a outra, é que ainda que não seja um projeto a engavetar, fazer certas análises linguísticas e se entravar em certos critérios históricos, sociais, gramaticais e ortográficos, não farão de mim uma escritora melhor... já que a graça do fluxo criativo (que - agora - eu acredito não estar no estudo acadêmico...) se perde nesses processos (e com a mente cheia com tudo isso - mais prazos, leituras cansativas e provas - sobra pouquíssimo tempo para "o deixar fluir")!

Embora o meu último cabeçalho retratasse bem o que eu sinto "ao me colocar aqui"... ainda que deixando claro que uma parte nunca ficará exposta... nem aqui nem em lugar algum... (já que não é saudável se deixar conhecer por inteiro)... há outras formas de declarar intenções... há outras imagens que justificam silenciosamente tais intenções... e acredito que o momento atual demande outra escolha de imagem!
A imagem atual... que é do artista Cameron Gray (já utilizada aqui em outro contexto) retrata bem esse meu momento de "autosaudade"!
Assim como a seguinte letra do Chico Buarque!

Saudade de mim...

A vida, e as variadas escolhas que se faz ao longo da mesma, acaba(m) redirecionado toda uma gama de vontades e planos inicialmente pensados...
As minhas escolhas me deixaram exausta... e por mais que eu tenha complexos diálogos internos de "deixa estar"... a minha vontade ferrenha de "chegar não sei onde", acaba levantando nova série de possibilidades!
O fato é que, volto aqui hoje, com coisas das quais desisti (não sem certa dose de frustração), coisas concluídas e coisas recentemente iniciadas...  e nesse turbilhão de coisas... há as coisas que eu não escolhi... mas que a vida, as pessoas, e as  obrigações cotidianas... colocaram nesse caminho de vontades caprichosas que venho trilhando... e a junção (inevitável) de todas as coisas... me afastou de uma das coisas das quais mais sinto falta... redigir uma parte de mim ao vento!
E é daí que vem a saudade de mim!

terça-feira, agosto 09, 2011

Sou uma "vendida"!!!

Post transferido para outro blog ... com outros fins...

sábado, março 26, 2011

domingo, março 13, 2011

Sem "ousar" minimizar...

todas as tragédias de todo porte ocorridas recentemente...
Para mim... a notícia em questão é uma pena!


“Quando você chega num ponto em que você quer se matar se tiver que entrar numa van e fazer outra filmagem, é hora de deixar alguém que ainda está animado com isso entrar na van. Apenas chegou a hora. Nos últimos três anos, eu tenho recusado tudo o que aparece no meu caminho”

(Steven Soderbergh, aos 48 anos, explicando o porquê está se aposentando)

Assim como  "me penaliza" todos os caminhos que nos levam a tais decisões...

quarta-feira, março 09, 2011

Eu amo esses dois e essa música!!!



E antes que os "meus psicólogos" venham me analisar... a letra não tem nada a ver com a minha situação atual!!!

terça-feira, março 08, 2011

Um trecho...

Não vou abrir nenhuma dessas gavetas.
Basta dizer que, naquela noite, ele ainda era, em igual medida, meu farol e minha ave de mau agouro.
A única coisa mais inconcebível do que ir embora era ficar; a única coisa mais impossível do que ficar era ir embora.
Eu não queria destruir nada nem ninguém.
Só queria sair de fininho pela porta dos fundos, sem causar alvoroço nem consequências (... página 20).

Ela descreve oportunamente o fim de uma relação... mas já me senti assim em relação a outros quesitos... decisões sempre me balançam... e na vida... temos que tomá-las a todo momento... tudo se baseia nas nossas escolhas (e não em fugir delas)!

Seja também a heroína de sua própria jornada...

São algumas das palavras impressas na capa do livro "Comer, rezar, amar" (Elizabeth Gilbert) ... que sintetiza o conteúdo como "a busca de uma mulher por todas as coisas da vida na Itália, na Índia e na Indonésia".
A protagonista do filme diz que tem presenteado as amigas com esse exemplar... o que tenho em mãos veio por intermédio da Hilde (grande, literalmente, amiga) e por expressa recomendação da Flávia (que endosso desde que me apresentou "A sombra do vento").
Nem todas as leitoras terão a chance de fazer essa peregrinação anual em busca de si (mesmas?!)... e a grande maioria vai ter que se tornar a heroína predestinada no endereço (nem sempre próprio) de todos os dias... mas aí é que entra a tal da interação social... não precisa ser sempre através da experiência real... mas do que abstraímos da observação diante de experiências alheias...

Para a(s) "outra(s) mulher(es)" que nos habita(m)...

e para a (essa) Mulher (tão absurdamente surreal... que nos instingam a enxergar...) ao espelho (ou que Picasso previu que enxergaríamos)!

Coisas de mulher...


Estou num momento de folga (simbólica - já que o que não me falta é o que fazer!)... e quando você começa o dia sendo saudada e não apenas pelas questões óbvias de marketing... você sente vontade de retribuir isso (a quem mereça retribuição) de alguma maneira!
Na faculdade estou finalizando (creio!) a disciplina "Homem e sociedade" onde há um discurso ferrenho entre o que é inato e o que é dependente da interação com o meio... Estabelecendo uma relação entre "Esta mulher (que vos fala) e a sociedade" e já tendo dito que tenho plena consciência do que (em mim) é inato e do quanto eu venho dispensando da interação com o meio... Ainda mantenho a disposição de a cada inserção do imprevisto, me colocar à prova (nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas... aprendendo a jogar)!
Não pressinto essa mesma predisposição nas (e nos) demais...
Tenho observado as mulheres (profissional e pessoalmente) de uma outra perspectiva hierárquica... e muitas delas ainda são vítimas... nem tanto da sociedade... mas tanto pior... de si mesmas!
Na nossa formação/interação social nem sempre foi fácil nadar contra a maré... mas ao invés de aproveitar o esforço de tantas outras... algumas ainda permanecem à deriva...
Pelos gestos das outras mulheres e pelas tantas outras que habitam em cada uma de nós (e que eu espero que tenham força para subjulgar o nosso lado mais nosense e obtuso)... só me resta dizer... a-van-te!