Terça-feira, Fevereiro 09, 2010

Palavras sobre o onírico... de Maligna!

Acho incrível as coisas que fazemos quando nos encontramos em outros níveis de consciência... e mais incrível ainda... quando despertos e cientes... acabamos devaneando sobre algumas dessas coisas...
Hoje eu tive um momento deja vu, em parte atribuo o momento ao fato de ter ido dormir ainda com o Coisas Frágeis do Gaiman posicionado entre meus dedos... e mesmo já tendo avançado consideravelmente do conto Golias... fui me despedindo do meu estágio desperto com as seguintes inscrições em mente:

“Na realidade, caramba, eu estava lá e aquilo era real, então olhei para cima na escuridão e depois, como nada aconteceu, comecei a andar naquele mundo líquido, gritando para ver se havia mais alguém ali.” (...)
“E aí o mundo estremeceu e me vi indo para o trabalho de novo naquela manhã...” (...)
“Dei de ombros. Não sabia. Parecia uma boa explicação.” (...)
“Foi como nascer. Nem confortável, nem prazeroso.” (...)
“Eu vou morrer logo. Mas os últimos vinte minutos foram os melhores anos da minha vida.”


A parte restante, atribuo a um certo sentido que sempre tive, mas que teimo em ignorar... flertei com vários oráculos, antes de descartá-los... tenho um senso de oportunismo que chamo de “sorte”... sonho com coisas difusas que me dão, e sempre deram, uma noção do que vem pela frente... um exemplo disso, é que sempre que eu pensei em mudar de emprego... eu me via em situações paralelas as que acabo vivenciando... até em termos românticos, meus sonhos insistem em guiar meus passos... esses lampejos proféticos... não ocorrem sempre... e imagine a confusão quando desperto e percebo que, em sua maioria, o que me vem à mente, enquanto durmo, são tolices de uma criatividade insana...
Conheço gente que não acorda com chamadas telefônicas insistentes... nem com um dedo alheio grudado na campainha ou interfone... nem se você lhe chacoalhar de leve mencionando o que for... eu acordo... até com meu celular vibrando ao longe... anteontem, minha operadora de telefonia teve a infeliz idéia de liberar uma mensagem às 5:04... e eu não só acordei... como fiquei encantada em ver que o motivo, era me alertar que só tenho cinco dias... antes que os créditos do meu plano sejam debitados e eu tenho que me precaver dispondo de um crédito que já consta por lá... como diria um amigo... fo-dás-ti-co!
Ontem... eu sonhei que meu celular tocou... era um sonho silencioso... mas eu vi o clarão da coisa... e acordei para atender...
Há dias... dormi com o celular em mãos... entregue às últimas palavras que lancei ao distinto... e talvez por dormir... pensando que ainda tinha coisas para dizer... sonhei que enviava mensagens ao mesmo... o aparelho deve ter se perdido de mim em algum momento... e como eu enviava as mensagens (?)... simples (!)... “brincando de Free Willy com o edredon”... tipo... tamborilava a mensagem com dedos pela manta acrílica... e levantava o braço para “lançar a manta à guiza de mensagem”... tipo “vá”! Louca? Pode apostar! ... tinha uma certa consciência do ridículo, mas não parei... afinal ainda tinha muito o que dizer...
Talvez... não sejam os meus sonhos que tenham um quê premonitório... talvez alguém me sopre o que eu precise saber ou lembrar... pois todos os dias, entre as 4 e as 5:30... não importa o que o termostato marque... nem que eu sabia que a minha região atravessa o maior calor dos últimos 22 anos... ainda assim... todos os dias (desde sempre)... nesse horário eu (literalmente) tremo de frio... e sem despertar... simplesmente me envolvo no que estiver próximo... e aguardo...

Palavras oníricas... de Fernando Pessoa!

Tão ABSTRATA é a idéia do teu ser
Que me vem de te olhar, que, ao entreter
Os meus olhos nos teus, perco-os de vista,
E nada fica em meu olhar, e dista
Teu corpo do meu ver tão longemente,
E a idéia do teu ser fica tão rente
Ao meu pensar olhar-te, e ao saber-me
Sabendo que tu és, que, só por ter-me
Consciente de ti, nem a mim sinto.
E assim, neste ignorar-me e ver-te, minto
A ilusão da sensação, e sonho.
Não te vendo, nem vendo, nem sabendo
Que te vejo, ou sequer que sou, risonho
Do interior crepúsculo tristonho
Em que sinto que sonho o que me sinto vendo.

Domingo, Fevereiro 07, 2010

Amo essa música... e essa voz!!!

Li essa inscrição num dos perfis que visito eventualmente... e ainda que eu não me encontre num beco sem saída... antes o contrário... nunca antes estive tão tranquila em experimentar caminhos diferentes... e são muitos os que se abrem à minha frente... De qualquer forma, a Clarice sempre foi muito pontual em apontar seus próprios conflitos e em favorecer confirmação empática de quem os lê e os relaciona com as próprias incertezas...

Preciso sim... de paciência para fazer uma coisa por vez... mas nos outros aspectos... sinto que, de tanto pedir... recebi uma dose extra de paciência... como se a intolerância tão presente nos meus dias... tivesse aproveitado a minha distração para ir hibernar... tenho aprendido que, sendo as coisas que me incomodam nos outros, tão permanentes e imutáveis... só "me cabe" uma “apropriação”... um saber lidar com... um “encarar inevitavelmente” (como o calor que nos assola) visto que não depende de mim... já em relação as coisas que (me) incomodam em mim... tenho buscado meios reais de redimi-las e não parar no fatalismo de admitir-lhes a existência...

Tenho e preciso...


Tenho de ter paciência para não me perder dentro de mim: vivo me perdendo de vista.
Preciso ter paciência porque sou vários caminhos, inclusive o fatal beco sem saída.
(Clarice Lispector)

Quatro por quatro - Cameron Gray

Segunda-feira, Fevereiro 01, 2010

De outros tempos...

06/11/2004 13:33
Prosa ou verso!?
Escrevo tantos textos (científicos!!!) para a faculdade (ainda...)...que quando é por lazer... prefiro (preferia...) brincar de poetisa...Eis a minha contribuição ao concurso: (não participo mais de concursos literários... no dia em que eu me concentrar de fato... pretendo virar "cronista debochada"... caso falhe em pretendida incursão pela literatura infantil!)


Tantos preconceitos (Cristiane F.)
Há muitos pré-conceitos e preconceitos
Que estabelecemos sem razão
Diferenciando algum sujeito
Como um inferior cidadão

Se a cor da pele difere
Surge a intolerância e a aversão
Há quem um semelhante repele
Ao invés de tratá-lo como irmão

Seja na pele ou no sangue
De um pobre da periferia
Uns se submetem ao bangue-bangue
E outros instauram a supremacia

Aos deficientes físicos, simulamos indulgência
Desde que não nos atrapalhem a diária urgência
Não garantimos os direitos do deficiente trafegar
E as necessidades especiais acabam por nos irritar

Ver o doente e o mendigo incomoda
Afinal destoam de tudo o que é moda
A nossa futilidade impulsionando as diferenças
Abraçar o alienamento ainda é a maior pobreza

Indígenas que valorizam a própria cultura
São considerados primitivos e discriminados
Mentes fanáticas que idealizam alguma captura
Projetam extremistas que são aclamados

Toda crença deveria ser respeitada
A coexistência de religiões é possível
Contrariamente as pessoas são selecionadas
Na medida em que o status for plausível

Raças indevidamente consideradas superiores
Vidas perdidas nas mãos de ditadores
Tanta luta por igualdade e tantas dores
Nada justifica os antigos horrores

As opções sexuais apontadas com ojeriza
Os radicais agredindo sem motivo aparente
As tribos padronizadas para quem visualiza
Até andar na rua oferece perigo proeminente

Muitos vivem alardeando a democracia
Mas atitudes contrariam isso a cada dia
Se cada um alterasse os próprios conceitos
Talvez no futuro não se admitisse preconceitos

Registrando o primeiro dia...

Só para "não passar batido"... encontrei alunos hoje... recebi abraços... e aquele olhar que só quem recebe entende...
Sempre gratifica você perceber nos outros... uma ânsia de retorno... que nem sempre você sente...
Não tenho as mesmas ânsias... e os mesmos interesses (de dias passados)... mas os tenho... são mutáveis... como tudo o mais... que eu considere viável... nessa ciranda confusa de preferências... que eu venho estabelecendo em vida...
Ainda que os passos sejam outros...e os rumos divergentes... é sempre "seguro"... saber o que encontrar... ao retornar...

Domingo, Janeiro 31, 2010

Quando penso em alguém só penso em você
E aí, então, estamos bem
Mesmo com tantos motivos pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar
Agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa...

...

Pessoas obtusas à parte... vamos falar das entusiásticas... aquelas que servem como tônico para os momentos em que somos colocados em xeque...
Uma dessas pessoas entrou na minha vida recentemente... e validou o que há de mais confiante na minha essência e... (com a troca, de mais ou menos, meia dúzia de gracinhas certeiras pronunciadas por dia!)... os outros tantos aspectos que outrora seriam considerados negativos, passaram a ser bem insignificantes...
E essa pessoa... enxerga em mim... muito mais do que eu já tenha projetado nas minhas fantasias mais delirantes... mas diante do que ela vê... e da forma como me sinto em ser “vista assim”... acabo demonstrando “ser mais”... para as pessoas obtusas... e tenho notado... que embora o físico seja o mesmo... o cabelo quase o mesmo... os sinais os mesmos... e por aí afora... o simples fato... de sentir essa força crescendo lá dentro... faz com que as pessoas “de fora”... precisem arriscar “uma segunda olhada”!!!

Prestes a me lançar... do pedestal... das intenções... e frustrações... alheias...

(Falando em “coisas frágeis”...)

As pessoas deveriam aprender sobre “o que”
projetar suas ações...
não “sobre quem”...

As minhas palavras introdutórias...

Se as palavras redigidas, que possuem algum poder de validação, são frágeis... o que dizer da palavra empenhada...?
Às vezes... descubro do pior jeito... que algumas palavras ditas por algumas pessoas... não valem de nada... e basta a pessoa admitir “que errou”... para achar que se isenta de toda a responsabilidade e das consequências de despejar termos impensados... sobre as decisões alheias!
O tempo tem efeitos diversos sobre as pessoas... e conforme o tempo passa, perdemos em alguns aspectos, mas também ampliamos o nosso repertório de palavras... ditas... escritas... lidas... ouvidas... e é esse repertório que usamos para entender as mais variadas situações...
Tendo lido a experiência de alguém... consultamos o nosso acervo mental para buscar soluções quando entramos no mesmo labirinto de vivências... E quando somos os primeiros (dentre os que conhecemos ou “visitamos”) a experimentar algo... é a nossa experiência que indicará a saída aos próximos que se virem “presos em labirintos semelhantes”!
O mesmo TEMPO... não aplaca(ou) o meu desprezo pelas pessoas obtusas... mas me ensinou(na) a considerar com menor “constância” os aspectos irremediáveis... e se, o irremediável... poderia ter a função de me derrubar... de forma muito contrária... me ensina a projetar uma outra rota de fuga do(s) labirinto(s)... Pois eu sou a única pessoa... que tem o poder de dizer quando é (a minha) hora de desistir...

Palavras Introdutórias de “Coisas Frágeis” (Neil Gaiman)


... Prefiro me lembrar de uma vida desperdiçada com coisas frágeis, a uma vida gasta evitando a dívida moral. (...) Essa era a idéia, mas aí veio a vida real e a estragou.
(...) Enquanto escrevo isto, me ocorre que a peculiaridade da maioria das coisas que consideramos frágeis é o modo como elas são, na verdade, fortes. (...) Corações podem ser partidos, mas o coração é o mais forte dos músculos, capaz de pulsar durante toda a vida, setenta vezes por minuto, e não falhar quase nunca. Até os sonhos, que são as coisas mais intangíveis e delicadas, podem se mostrar incrivelmente difíceis de matar.
Histórias... também são coisas frágeis, feitas de nada mais forte ou duradouro do que 26 letras e um punhado de sinais de pontuação. Ou então são palavras no ar, compostas de sonhos e idéias – abstratas, invisíveis, sumindo no momento em que são pronunciadas -, e o que poderia ser mais frágil do que isso?

Do extinto... 22/02/2004 12:46:59

O acaso vai me proteger, enquanto eu andar distraído!
Seus braços vão me reerguer se acaso eu ficar lá caído!
De tudo vou poder fazer, só basta encarar e estar decidido!
Pense melhor no que dizer, talvez pra mim não faça sentido!
Procure sempre se arriscar, nem tudo vai estar consentido!
Um amor vai e pode voltar, criando meios de ser correspondido!
A vida indica um rumo a tomar, procure ficar atento e sabido!
Devemos sempre nos expressar, tornando nossos motivos mais conhecidos!
Talvez eu deva me desculpar, nem sempre meus intentos são percebidos!
Se algo tem pra me dizer, demonstre logo e não "saía batido"!

Domingo, Janeiro 24, 2010

Sem analogias à letra... essa é uma das minhas preferidas... que eles interpretaram!



Esse é um vídeo "audível"... não espere mais que isso... Aqui "os culpados"! Máquina Mortífera surgiu no mesmo ano de "Welcome to...", mas é no segundo que o Riggs (perfeito!) ouve essa para "reparar os males"!

Trocando em miúdos...

Bem vinda à selva

Nós temos diversão e jogos
Nós temos tudo que você quer
Querida, nós sabemos os nomes
Nós somos as pessoas que podem encontrar
Tudo que você possa querer
Se você tiver o dinheiro, querida,
Nós temos sua doença
Na selva
Bem vinda à selva
Veja enquanto ela te coloca de joelhos
Eu quero te ver sangrar
Bem vinda à selva
Nós a enfretamos dia após dia
Se você a quiser você vai sangrar
Mas é o preço que você paga
E você é uma garota muito sexy
Que é muito difícil de satisfazer
Você pode experimentar as luzes brilhantes
Mas não vai tê-las de graça
Na selva
Bem vinda a selva
Sinta meu, meu chicote
Eu, eu quero te ver gritar
Bem vinda à selva
Fica pior a cada dia
Você aprende a viver como um animal
Na selva onde jogamos
Se você quer ter tudo que vê
Você consegue eventualmente
Você pode ter tudo o que quer
Mas é melhor você não conseguir de mim
E quando você está alto você nunca
Nunca quer descer
Descer tanto
Descer...
Você sabe onde está?
Você está na selva, baby
Você vai morrer
Na selva
Bem vinda à selva
Veja ela te colocar
Ela vai te colocar para baixo


Contribuição: André (chibe@dourados.br)

E já que os tempos eram outros (essa música foi lançada no melhor!)...

Sábado, Janeiro 23, 2010

Nasci fazendo "cara de merda"...


Só acredito no que vejo e/ou constato!!!


"O que qui foi" (o pensamento mais recorrente...)!?


O passeio era coletivo... e eu não estava (nunca) nem aí...


"Leia a minha expressão"!


Se eu fingir vocês me deixam em paz?


Meus interesses são "mais interessantes"...


"Interesse genuíno por convenções sociais"...


Antecipando "o começo do fim"...


Elaborando os primeiros pensamentos malignos (dos muito seguintes!)...


Só nos (raros) dias que valem a pena...


Eu me viro sozinha...


(Já) "abençoaram" a minha existência!!!


O que eu vim fazer aqui?!


...

Eu também não acho que “só as interações nos moldem”... tenho registro fotográfico (vou mostrar alguns!)... de que meu entusiasmo por vivências e interações, sempre foi “limítrofe”!!!!! Não rolou uma formação pelo meio... a criatura já veio “ciente de quem era”!!!

E hoje, não sei afirmar “se simplesmente meus pais respeitaram as minhas esquisitices”... ou... “se eles não conseguiram domá-las”!!!

Por que viemos... quem somos... como chegamos... para onde vamos...?

Em papo recente de considerações químicas que domem reações cerebrais e convertam as ações em procedimentos socialmente aceitáveis... surgiu a menção dos benefícios de consultar atendimento psicológico para dar conta dos “tantos porquês”...

Vai aqui a impressão de alguém que já considerou seriamente enveredar para formação na área psicológica após o término de segundo grau... acho bacana ler livros e artigos que “tratem sobre”... mas tem dois pontos que me fazem desconsiderar a interação com um terapeuta:
- Não faço certas perguntas...
- Duvido que eles tenham as respostas...
Não me interessa saber como cheguei aqui... só me interessa trilhar o caminho até a saída (sem abreviações!) o mais rápido e de forma mais indolor que puder...
Sou “teoricamente católica” pelas condutas da minha família... mas já tive mais provas de que o espiritismo tem fundamento do que de que Jesus existiu... logo... não vou viver pela premissa de passar a eternidade com uma galerinha hipócrita... e vou continuar mantendo um mínimo de interações sociais... porque quanto mais se interage... mais karmas se acumulam... e quanto mais karmas... maiores as chances de “voltar para a colônia de férias”!!!!
Se fosse costume nacional, reduzir tudo em uma frase na lápide, acho que eu deixaria ordem por escrito (do contrário minha família não cumpriria!) de manter um dos dizeres na minha:
Pra mim já basta!
Uhuuuuu! Vou nessa!
Hasta nunca mais!
Demorô!!!
(...)

Sexta-feira, Janeiro 22, 2010

Dos trechos que me interessam...

Quando seus lábios estão queimando os meus
E você aproveita o tempo para me dizer como se sente
Quando você escuta minhas palavras
E eu sei que escutou...
Eu sei que é de verdade!

(É estranho, eu sinto como se te conhecesse antes)

Eu digo a mim mesma que se eu acreditar em você
(E eu quero entender você)
No sonho com você
(Cada vez mais e mais)
Com todo meu coração e minha alma
(Quando estou com você)
Que por pura força de vontade
(Eu me sinto como uma criança mágica)
Eu te erguerei da terra
(Tudo é estranho)
E sem nenhum ruído você vai aparecer
(Tudo é selvagem)
E se renderá à mim, (me renderei) ao amor

Perfeita e eterna!!!


Quinta-feira, Janeiro 21, 2010

Meus primeiros de possíveis 500!?!


Se alguém acompanhar esse blog com mais critério, deve achar que eu sou “levemente louca”... dia desses proclamei aos quatro ventos... que de “amor me bastava”... foi dobrar a esquina e não é que tinha um ali, com toda disposição e potencial, me esperando? O que é que eu poderia fazer... aceitar... claro...
E ao aceitá-lo... fui deixando essas sensações típicas irem tomando conta... quando também me dei conta de algo... e foi que... pela primeira vez é um amor absolutamente livre...
Sempre projetamos quem devemos ser para determinadas pessoas... pensa bem... vc é o(a) mesmo(a) com todos?! Não né... e pelo que projetamos das pessoas queremos que elas “se cumpram”...
  • Amei um dito pela cultura... na qual imergi mais do que o habitual...
  • Quase amei outro dito pela perspectiva política... no intuito de me aprofundar no fazer social...
  • Amei o último dos ditos... por mera questão de espelho e me maravilhar com um jeito que eu quis pra mim...
E agora aceito esse novo amor... sem a menor pretensão... única e exclusivamente porque ambos – sensação e pessoa – me fazem bem!!!
Esse homem que me escolheu... e que eu acolhi abertamente... demonstra querer o melhor para mim... e quem não se sente bem com isso?
E eu também quero o melhor (e me tornar melhor) para ele... e por enquanto tudo o que queremos (além disso)... é nos querer... e, se querendo... que se tenha... e se tendo... que se beije... e se beijando... que se ame... e que o amor seja o ponto de partida e o de chegada!
E ainda que, por ventura, não nos seja permitido chegar ao ponto que temos idealizado... quero que ele entenda... que (já) fez... mais... “por e para mim”... do que tenho feito há um bom tempo!!!

Não vejo a hora de ver esse...


Quarta-feira, Janeiro 20, 2010

Ainda normais...

No mesmo episódio rola uns dos constantes conflitos entre sexos... e com "vinheta em ritmo de can can" (que é o nome de um ótimo jogo, variável ao Uno e Oito Maluco - ou Mau Mau - não por acaso o que eu mais "me pego"!)

O que ele (Rui) diz que nós queremos dos homens:

Azucrinar a nossa vida (FATO!)
Criança na barriga
Comprar quando liquida
"Não fazer" nossa comida ("" não faço idéia se ouvi direito!)

O que ela (Vani) afirma ser o que queremos:

Andar tomando vinho
Pesar como passarinho
Gozar devagarinho
Dormir abraçadinho

Normalidades...

No GNT sempre reprisa uns episódios dos Normais (amo!) tipo naqueles horários em que você não pensa em pescar nada muito interessante para ver...
Dia desses... sentada sobre a máquina de lavar, na função centrifugar, a Vani não consegue dar continuidade às pretensões do Rui... e resolvem se ocupar com uma partida de xadrez... ele já começa afirmando para ela “pegar leve”, visto que “é muito competitiva” e que é para ser "mera diversão"... ela, claro, rebate os argumentos dele... como assim competitiva? Eu não sou competitiva...
Quando ele vai começar ela demonstra insatisfação de “por que ele?”... que afirma estar com as brancas... ela não gosta... ele “vira o tabuleiro”... daí como é típico ela faz caras e bocas para mover a peça inicial... e leva um tempão... ele move um peão e diz até mais... onde vc vai? (pergunta Vani)... vou até lá fazer qualquer coisa enquanto você “pensa na jogada”... eu preciso pensar Rui.... xadrez é um jogo de estratégia... ele se cansa... e demonstra a estratégia derrubando todas as peças... e ela... tudo bem... mas eu ganhei!!!
Isso me fez lembrar das vezes em que jogo qualquer coisa com alguém... quando é coletivo, não! Mas quando é “em dupla” só falta pular no pescoço da pessoa... mesmo assim... também ressarço o comentário de que eu seja “competitiva”...rs
Um dos muitos toques de anormalidade já descritos:
Fato... se eu tivesse uma daquelas “esferas adivinhatórias” iria passar o dia “chacoalhando o braço (mais!)”...
Sempre que ligo o micro... com qualquer que seja a intenção... eu jogo uma partida de paciência... se eu não ganhar... fico com a sensação de “dia perdido”... normalmente eu ganho (mas só pq escolho os níveis mais fáceis!)... e hoje... vai ser um daqueles dias “cheios”... vou apostar nisso!!! rs

27/10/2004 22:37

Pequeno diálogo amoroso...
Vc me ama?
Sim.
Só sim?
...É...
Não senti firmeza!
O que quer que eu diga?
Que me ama!!!
Eu amo!
Pra sempre!?
(...)

Do extinto - 16/10/2004 19:11

Sorte!?

Uma das citações mais presentes no nosso cotidiano é "Sorte no jogo, azar no amor" e vice-versa...é parte da "questão prioritária de compensação", não tenho uma coisa, mas tenho outra...
Só que (infelizmente) independentemente de qualquer critério adotado pelo senso comum...tem gente que não tem sorte em nenhum...e gente que tem sorte demais de ambos...
Eu não sei se o termo apropriado seria "sorte", eu diria antes "talento intuitivo"...
O fato é que, mesmo não tomando partido sobre qual é o meu aspecto de melhor ou pior sorte... tenho os meus momentos...bons ou maus, (e ambos!) em ambos!

Terça-feira, Janeiro 19, 2010

Porque eu amo essa música (e valida "o conselho")!

Acompanhe a dica do L. A. Gasparetto na última página!


(Vale lembrar (segundo breve histórico) que o cara aí é autor de 26 livros (tudo é possível!) sobre desenvolvimento emocional (aquele que você vive “desenvolvendo” sem chegar a lugar algum!), entre eles Para Viver sem Sofrer (o que seria da vida sem tantas máximas filosóficas e promessas de realização!?)...


Respeite sua vontade e viva feliz!
“Quanto mais importância e poder você der a seus objetivos, seus sentimentos e sua verdade, mais fortes eles ficarão. Não há ninguém maior que você!”

(Em certos termos não há mesmo!!!)
Valeu “irmão”!

Sobre "Anas e Marias"... e as múltiplas mulheres que os editores de revistas focam...

Para variar fui torrar umas notinhas na banca de jornal hoje... eu podia ser diplomada só com que eu invisto em leituras focadas na minha área... e duplamente diplomada com o que invisto em “cultura inútil”...

Ainda que, eu tenha passado um bom tempo da minha infância argumentando que minhas “escolhas literárias” fundamentariam a qualidade do meu discurso quando o mercado de trabalho assim exigisse... que seja....
Na revista Ana Maria (só 1,99 rs) tinha um livrinho de receitas encartado... cuja receita da capa era sanduíche frito de mussarela e tomate (não é só porque eu estou de regime que as visitas precisam passar fome, né?!?)...
Já que fiz o mega investimento na revista, custa nada dar uma folheada... (nem que seja no trono, onde alguns de nós exercem as leituras “menos exigentes”).
Acabou se confirmando uma “leitura bizarra”... de como a vida pode nos ensinar a ter calma (penso que seja justamente o contrário!)... do plano de rejuvenescimento do Domingão, com um Fausto tendo que renovar a equipe por pessoas mais jovens... enquanto ele... está prestes a virar “Faustinho” mas não mais novo (palavras da Xênia!).... de como a sua geladeira pode ficar esperta... seu filho disciplinado... sua gravidez “malhada”... seu cabelo digno de novela... saber manter-se alerta aos sinais de cansaço... manter a cozinha cheirosa.... tornar as férias educativas... arrasar no cardápio... (finalmente!) entender o que eles querem na cama... aprender com o seu cão como resolver seus próprios problemas (a melhor!)... e uma série de dicas astrológicas... de beleza... resumo de novelas... propagandas e etc...

Não serviu para nada?
Claro que serviu (sou fiel aos argumentos do passado)!
Serviu para aprender a fazer o tal sanduíche frito (também comprei um livrinho útil sobre colesterol!)... serviu para resolver palavras cruzadas... serviu para rir de uma reclamação da leitora “deixapralá” porque a Xênia escreve crônicas só sobre as novelas “com tanta coisa acontecendo no mundo”...
Tipo assim, brincou né?  Quer informação "sobre o que está acontecendo no mundo" e compra a “Revistinha Ana Maria”... não dá... não dá mesmo!!!