... até se perdoa a presença do R. W.!
sábado, março 26, 2011
domingo, março 13, 2011
Sem "ousar" minimizar...
todas as tragédias de todo porte ocorridas recentemente...
Para mim... a notícia em questão é uma pena!
(Steven Soderbergh, aos 48 anos, explicando o porquê está se aposentando)
Assim como "me penaliza" todos os caminhos que nos levam a tais decisões...
Para mim... a notícia em questão é uma pena!
“Quando você chega num ponto em que você quer se matar se tiver que entrar numa van e fazer outra filmagem, é hora de deixar alguém que ainda está animado com isso entrar na van. Apenas chegou a hora. Nos últimos três anos, eu tenho recusado tudo o que aparece no meu caminho”
(Steven Soderbergh, aos 48 anos, explicando o porquê está se aposentando)
Assim como "me penaliza" todos os caminhos que nos levam a tais decisões...
quarta-feira, março 09, 2011
Eu amo esses dois e essa música!!!
E antes que os "meus psicólogos" venham me analisar... a letra não tem nada a ver com a minha situação atual!!!
terça-feira, março 08, 2011
Um trecho...
Não vou abrir nenhuma dessas gavetas.
Basta dizer que, naquela noite, ele ainda era, em igual medida, meu farol e minha ave de mau agouro.
A única coisa mais inconcebível do que ir embora era ficar; a única coisa mais impossível do que ficar era ir embora.
Eu não queria destruir nada nem ninguém.
Só queria sair de fininho pela porta dos fundos, sem causar alvoroço nem consequências (... página 20).
Ela descreve oportunamente o fim de uma relação... mas já me senti assim em relação a outros quesitos... decisões sempre me balançam... e na vida... temos que tomá-las a todo momento... tudo se baseia nas nossas escolhas (e não em fugir delas)!
Basta dizer que, naquela noite, ele ainda era, em igual medida, meu farol e minha ave de mau agouro.
A única coisa mais inconcebível do que ir embora era ficar; a única coisa mais impossível do que ficar era ir embora.
Eu não queria destruir nada nem ninguém.
Só queria sair de fininho pela porta dos fundos, sem causar alvoroço nem consequências (... página 20).
Ela descreve oportunamente o fim de uma relação... mas já me senti assim em relação a outros quesitos... decisões sempre me balançam... e na vida... temos que tomá-las a todo momento... tudo se baseia nas nossas escolhas (e não em fugir delas)!
Seja também a heroína de sua própria jornada...
São algumas das palavras impressas na capa do livro "Comer, rezar, amar" (Elizabeth Gilbert) ... que sintetiza o conteúdo como "a busca de uma mulher por todas as coisas da vida na Itália, na Índia e na Indonésia".
A protagonista do filme diz que tem presenteado as amigas com esse exemplar... o que tenho em mãos veio por intermédio da Hilde (grande, literalmente, amiga) e por expressa recomendação da Flávia (que endosso desde que me apresentou "A sombra do vento").
Nem todas as leitoras terão a chance de fazer essa peregrinação anual em busca de si (mesmas?!)... e a grande maioria vai ter que se tornar a heroína predestinada no endereço (nem sempre próprio) de todos os dias... mas aí é que entra a tal da interação social... não precisa ser sempre através da experiência real... mas do que abstraímos da observação diante de experiências alheias...
Para a(s) "outra(s) mulher(es)" que nos habita(m)...
e para a (essa) Mulher (tão absurdamente surreal... que nos instingam a enxergar...) ao espelho (ou que Picasso previu que enxergaríamos)!
Coisas de mulher...
Estou num momento de folga (simbólica - já que o que não me falta é o que fazer!)... e quando você começa o dia sendo saudada e não apenas pelas questões óbvias de marketing... você sente vontade de retribuir isso (a quem mereça retribuição) de alguma maneira!
Na faculdade estou finalizando (creio!) a disciplina "Homem e sociedade" onde há um discurso ferrenho entre o que é inato e o que é dependente da interação com o meio... Estabelecendo uma relação entre "Esta mulher (que vos fala) e a sociedade" e já tendo dito que tenho plena consciência do que (em mim) é inato e do quanto eu venho dispensando da interação com o meio... Ainda mantenho a disposição de a cada inserção do imprevisto, me colocar à prova (nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas... aprendendo a jogar)!
Não pressinto essa mesma predisposição nas (e nos) demais...
Tenho observado as mulheres (profissional e pessoalmente) de uma outra perspectiva hierárquica... e muitas delas ainda são vítimas... nem tanto da sociedade... mas tanto pior... de si mesmas!
Na nossa formação/interação social nem sempre foi fácil nadar contra a maré... mas ao invés de aproveitar o esforço de tantas outras... algumas ainda permanecem à deriva...
Pelos gestos das outras mulheres e pelas tantas outras que habitam em cada uma de nós (e que eu espero que tenham força para subjulgar o nosso lado mais nosense e obtuso)... só me resta dizer... a-van-te!
domingo, janeiro 16, 2011
Das motivações que só duram instantes...
É previsto em reuniões de setor/planejamento e afins que sejam demonstrados slides/vídeos com “função motivadora”, acho que é a crença deliberada de “mudança comportamental por insistência do meio” (se isso - já - foi patenteado, invalidem, inventei agora!). Explique melhor? Certo! Alguns sujeitos usam medidas repetitivas (e infrutíferas!) para fazer com que outros sujeitos respondam com os comportamentos e ações esperados.
O que não é percebido pelos 'primeiros sujeitos' é que esse “poder motivacional” só dura instantes... normalmente os instantes em que os 'segundos sujeitos' estão sendo submetidos aos elementos em questão... encerrada a reunião/palestra você (outro sujeito) levanta (meio desnorteado) e vai voltar aos seus padrões comportamentais normais, sem sequer lembrar de ter visto o vídeo (ou o que for!)...
Eu não sou uma pessoa acomodada, eu corro atrás do que quero (também nem quero muita coisa...rs), mas conheço pessoas (estou inclusa!) que não se motivam (nem jamais se motivarão) pelas expectativas alheias... meus conhecidos/parentes já quiseram muitas coisas para mim que foram na contramão do que eu planejei... e esse tipo de apelo externo não quer dizer nada se não coincidir com o que levamos por dentro!!!
quarta-feira, janeiro 12, 2011
Outra dica!
Desde Watchmen venho seguindo os passos do Patrick Wilson, e por isso, acabei assistindo Passageiros... previsível... mas bacana (também vale por tantos outros atores "embutidos")! É sempre bom ver algo que nos tire da nossa "zona de conforto", talvez não mude nada na forma de uns encararem algumas coisas, pois é totalmente ficcional, mas eu acredito que, no geral, mensagens implícitas em livros e filmes sejam muito mais válidas que conselhos no divã!
Adorável psicose!
Eu me identifico muuuuito com esse programa (e não devo ser a única!), e recomendo (não lembro se já citei isso porque, se citei reafirmo e se não citei volto noutra hora... porque não vou gastar meus últimos minutos de férias com isso!):
Apesar de quem disse... é vero!
(Isso é que é importante, porque)... sempre ficamos confortáveis, e quando ficamos confortáveis, ficamos preguiçosos, e quando ficamos preguiçosos, nos esquecemos de fazer pequenas coisas...
domingo, janeiro 02, 2011
quinta-feira, dezembro 30, 2010
O texto (de Edson Marques)!
Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante do que a velocidade!
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.
Mais tarde mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente no campo, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos...
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma do outro lado da cama... depois, procure dormir em outras camas da casa.
Assista a outros programas de tv, compre outros jornais...
Leia outros livros.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia.
O novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde, ou vice-versa.
Escolha outro mercado... outra marca de sabonete, outro creme dental... tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva versos e poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se de que a vida é uma só.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.
Seja criativo.
Grite o mais alto que puder no espaço vazio.
Deixem pensar que você está louco.
Aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
A positividade que você está sentindo agora.
Só o que está morto não muda!
(Publicado na Revista Mulher Atual, 14a edição, página 32)
Minhas resoluções...
Quando acordo ligo a TV uns 15 minutos para obrigar o cérebro e o humor a entrarem nos seus respectivos eixos antes de fazer pessoas inocentes me aturarem, e ontem, vendo o Bom Dia São Paulo (ou era cidade?), o argumento do momento eram todas as resoluções de Ano Novo, aquelas que fazemos e não cumprimos... ou que cumprimos parcialmente... ou que renovamos anualmente porque acreditamos que num desses serão cumpridas...
Dia desses, folheando uma revista feminina de distribuição local, e gratuita, li um texto intitulado MUDE e procurando uma certa imagem no google há alguns minutos, li numa delas: ENTUSIASME-SE COM O ENTUSIASMO (e redundância ou não, vai compor uma das minhas resoluções)!
Enfim, para 2011 só tenho duas resoluções (e acho que dessas duas posso até dar conta, afinal tenho doze meses):
1. Mude!
2. Entusiasme-se!
segunda-feira, dezembro 27, 2010
Um texto...
Praticamente a mesma coisa
Depois de mais de dez anos lidando com crianças de todas as procedências, formatos e criações... e de elaborar (no último ano) avaliações sortidas para as mesmas crianças... dois princípios descritos na matriz de referência das avaliações se aplicam a quase tudo...
1. Você pode localizar uma informação explícita (para os menores e implícita para os maiores);
2. Você pode inferir uma informação (desde sempre!).
Acredito que o que eu vou afirmar agora estivesse implícito nas atitudes, até se tornar explícito aos meus olhos... ultimamente (há uns três meses isso tem ficado mais evidente) tenho inferido que lidar com adultos e crianças é praticamente a mesma coisa, já que os comportamentos são padronizados e repetitivos...
As crianças (com alguma variação entre as faixas etárias) se consideram donas da verdade, querem que a resposta dada por um (suposto) adulto seja a mesma que elas esperam ouvir, atribuem a si os melhores adjetivos e nem nisso podem ser contrariadas, não admitem a culpa do que quer que tenha saído errado (e como ainda estão desenvolvendo a moralidade, comumente atribuem quaisquer culpas aos outros), nunca estão prontas a lidar com a verdade (a verdade é bem sem graça), então fazem com que os (supostos) adultos mintam sempre (já que adiar a verdade as aproxima de suas pretensões iniciais)!
Alguns dos (supostos) adultos também agem como as crianças no seu elemento mais peculiar... a birra... manifestam ataques e rancores por uma série de razões menores... e invariavelmente voltam a si (minha sobrinha já volta rindo de si mesma, porque aos dois anos, ela já entende o ridículo do ato... mas o que custa tentar?!)... só não sei se ao voltarem a si param para refletir nas impressões que ficaram (e/ou deixaram) para trás!!!
(Uma impressão... ou inferência... ou informação implícita/explícita! Eis a birra em cinco tópicos!!!)
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