terça-feira, março 17, 2009
Vídeos... beleza... reflexões...
Guerra dos sexos (perdida!)...
domingo, março 15, 2009
Já que comecei...

Por onde começar?!
Eu e a net, temos funcionado como um casal lendário, enquanto um transita pelo sol... o outro se esconde sob o luar... impossibilitando qualquer encontro... se eu a quero, ela não me quer... e vice-versa!
Tem acontecido tanta coisa, que ordenar o pensamento num parâmetro lógico, tem sido inviável... confesso, que a lógica, é o que menos emprego na maioria das minhas escritas... ela já dita tantos aspectos da minha vida... que eu posso abandoná-la sem pudores... pelo menos nas horas das divagações inúteis...
E já que mencionei aspectos ilógicos... Nessa semana, uma das minhas contas bancárias (eram dois empregadores diferentes, e as contas foram mantidas separadamente) foi bloqueada... e o único modo de desbloquear seria indo até a agência... horário de almoço apertadíssimo... chuva (é claro!)... retiro a senha e sento aguardando na sala da gerência... o cara do meu lado... começa a me questionar se o banco faz empréstimos para correntistas de outros bancos... quanto mais lacônicas são minhas respostas... mas abrangentes são as perguntas dele... afinal, conforme mencionado pelo mesmo... era um caso de vida ou morte... desses, que te levam a "perder tudo"... ele passou uns 7 minutos me questionando contra 1 minuto para ouvir um não efetivo do gerente...
Quando chega a minha vez... descubro que a conta foi bloqueada por "falta de uso"... e que eu poderia ter morrido... sido abduzida... ou algo que impedisse a movimentação... detalhe, esqueceram de avisar os meus devedores e empregadores, já que eles continuaram depositando algo para a suposta defunta!!!!
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
Siga a agenda e o raciocínio...
Terça: Você entra às 7... praticamente não almoça... sai às 18...
Quarta: Idem a segunda...
Quinta: Você entra às 7... continua sem almoçar... e ainda tem um outro curso entre 19 e 22 hs...
Sexta: Idem a segunda... mas desta vez sem curso...
No tempo restante, dos dias úteis, você tem que manter sua casa habitável, se alimentar, cuidar da higiene, ficar apresentável, manter seu guarda-roupa funcional, preparar aulas, postar nos blogs obrigatórios e no pessoal se houver necessidade, preparar mais aulas, planejar as aulas da semana seguinte (ciclo infer... digo, interminável), se informar, acalmar seus amigos quanto a sua "não-abdução", manter relações e suas implicações, ler, assistir tv e algum outro hábito... e seja mais o que que eu não me lembre agora...
Aos sábados... você tem pós, em outra cidade, das 8 às 17... mais outras eventualidades e manter um certo nível de socialização...
Aos domingos... você tem o direito de renegar o que for possível e correr atrás do que foi sutilmente ignorado (nunca delegue, é sofrimento dobrado!)...
Então... se alguém que não "desfruta" de uma rotina espartana... te liga... te convida para o que for... e você não está afim... é justo, não é?! (Parece que não!!!!)
Em reunião recente, abordamos a polêmica (para a maioria) questão da crítica construtiva... na opinião do marido de alguém... NENHUMA crítica é construtiva... e o melhor caminho é você "sugerir alterações"...
Num filme cujo nome não recordo (um dia, quem sabe?!) um dos protagonistas menciona "a estratégia Jedi"... onde você diz o que espera que a pessoa faça, e sem notar, ela é induzida a fazer... como se a idéia tivesse partido dela e não fosse uma proposição sua...
De improbabilidades à liberdade de cátedra, fomos divagando para a liberdade como um todo... e do quanto ela é ilusória, na medida em que vem cerceada de uma série de senões...
E a nossa livre conduta ao dizer o que queremos, no momento que decidimos e da forma que escolhemos, conflitua com a de nossos interlocutores... e pode inverter a sentença que o desastre será proporcional...
terça-feira, fevereiro 24, 2009
Acabou a folga...
Cumpri o meu papel social carnavalesco... e espero que todos os simpatizantes tenham aproveitado sem seqüelas dolorosas... agora, de volta ao cotidiano com menos profusão cromática...
Ontem, após uma série de planejamentos furados, e quase impedida pelo dilúvio, finalmente a Flá conheceu o templo da perdição... e trocando DVDs assistíveis... uma outra “saga indiana” veio parar nas minhas mãos... Ela fez uma observação sobre uma certa discrepância nas nossas preferências, mas isso até que é bom... de que outra maneira eu me encontraria na situação de ver certas produções com olhares favoráveis!?
Hoje, em plena terça de carnaval, me sinto “na ressaca de mais um domingo”... acordei chocha como o tempo... que graças ao dilúvio não está “caldeira transbordante”... mas promete “mormaço desanimador”... fui estender roupa (único quesito doméstico obrigatório do dia) quando escutei folhetos publicitários (sou viciada neles!) farfalhando no portão... subi a rampa de acesso no traje do dia – meu confortável pijama “garota apaixonada”... e agora estou defronte ao micro, narrando essas paspalhices, para fugir do meu momento de aparvalhamento cerebral diante de quesitos mais sérios...
Em conversa recente, com a citada mocinha, surgiram questões narrativas, dos bons, dos que pensam que são bons e dos assumidamente ruins... bem como do meu vício por reticências e do meu uso improvável de palavras... aspecto já mencionado anteriormente por outras fontes... pensando nisso, eu tenho que admitir que embora as palavras menos usuais surjam espontaneamente, seja pelo meu amplo histórico de leituras ou seja por lembranças de vidas passadas, ocasionalmente eu fico em dúvida se elas existem ou se foram “inventadas”, e corro para me certificar... se tivesse um concurso de consulta mais rápida ao dicionário, eu acho que ganharia na boa... De qualquer forma, posso sempre plagiar o Millôr Fernandes o maior criador/reformulador de palavras do qual tenho conhecimento...
Embora amanhã eu não tenha um dia oficial de trabalho, terei “reunião colaborativa de grupo da pós” e curso à noite... logo, me sinto “obrigada desde já”!
Seria muito esperar que a semana de trabalho sofresse alteração, ao invés de 5 por 2 (no caso da maioria), seria perfeito se fosse 3 ½ por 3 ½ ... eu poderia me acostumar muito favoravelmente a essa inesperada alteração...
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
Chegadas e partidas...
No novo desenrolar dos relacionamentos, há muitos interesses e dinamismos e pouco romantismo... não sou a mais romântica das criaturas, meu eterno senso prático faz com que muitas tentativas e aceitações pareçam um tanto ridículas... mas meus momentos de “Chegadas e partidas” (ou vice-versa - que aliás, é um filme que recomendo!) tiveram seus momentos de romantismo fortuito...
De beijos inesperados, vá lá, no metrô, já que o grande percurso de trem nunca rolou – voltinha na Maria Fumaça, não conta... A despedidas (semi) chorosas com celebração discreta do desacreditado “frio na barriga”... Passando pelas pequenas surpresas cotidianas... que já foram mais constantes... até porque minha disponibilidade também o era!
Atualmente, sobra pouco tempo para tais casualidades... tenho amigas que se ajeitaram porque “era hora”... outras que aceitaram o que foi surgindo por interesses adversos, dentre os quais a maternidade impera (não sei qual é a medida para esperma, mas me parece exacerbada!)... e umas poucas sortudas que puderam usufruir do tal frio na barriga (há quem chame de “borboletas no estômago”!), e depois disso, não se contentam com nada menos (me refiro a envolvimento real, não a namoricos e escapadelas – afinal o organismo “clama”, e já que ninguém reclama!!!)...
Em “Amor e Inocência”, com conteúdo biográfico sobre Jane Austen (a romancista dos ingleses que proíbem despedidas!), é comentado que ela não pode se casar sem amor... e nem com amor... porque um parece inaceitável e o outro socialmente inadmissível... mesmo sem vivenciar uma vida conjugal plena, possibilitou que suas personagens tivessem o desfecho que lhe fora negado.
De qualquer forma, ela, como tantos de nós, teve seus momentos... e ainda que possam parecer breves como despedidas... ficam eternizados na constituição dessa pessoinha prática e impessoal que a vida acaba nos tornando...
terça-feira, fevereiro 17, 2009
Feriado - o único aspecto bom do Carnaval...
Conforme mencionei para quem queria me considerar “a cicerone carnavalesca”, de tudo o que eu não gosto de fazer socialmente, esse é o desgosto maior!
Essa desconsideração frente a maior festividade brasileira, deve ser algo nato, pois ocorre desde sempre, minha cara em bailinhos e afins quando os meus pais ainda tinham voz de comando (especificamente a minha mãe, já que meu pai, naquela época “era dos meus”!) era assustadora... fui crescendo sem ter paciência para desfiles, tanto ao vivo quanto televisivos, as duas únicas vezes que me fantasiei – na fase adulta – não teve nada a ver com fantasias carnavalescas – nem em gênero, nem em época... Não gosto do ritmo, do visual, do exagero, do tempo e dinheiro que se gasta, do comportamento que se justifica pelo injustificável... odeio a apuração, o domínio televisivo e a repetição do desfile das escolas ganhadoras... odeio ver todas as revistas destrincharem isso antes, durante e depois...odeio ter que mencionar o tema e alguns aspectos “como conteúdo de obrigatoriedade escolar”... eu poderia “evoluir” a questão... mas acho que é suficiente... mesmo hipoteticamente a consideração é “dolorosa”!!!






